A CASA DO SEXO
L. P. BAAN   
                                      
   
   
   
   
                                 Captulo 1
   
   
   
   
   Era uma casa antiga, tpica de fazenda, numa das mais tradicionais
   regies agrcolas da Califrnia, mas no havia empregados se movendo
   com mquinas e caminhonetes, na correria da colheita.
   
   Havia apenas mulheres, que recebiam homens como James, que iam para l
   em busca de sexo. James, porm, era um caso especial. Havia se
   divorciado recentemente e sentia que precisava, de alguma forma,
   recuperar o tempo perdido.
   
   Por isso, no foi l para passar uma noite. Foi para se hospedar. Seu
   pedido foi muito bem recebido pela dona da casa: ele simplesmente
   queria comer todas as garotas.
   
   Foi recebido na porta por uma governanta, que o levou at a
   biblioteca, onde o esperava a dona da casa. Ao v-la, ele sorriu
   cordialmente e examinou-a com cuidado. Era uma garota de meia-idade,
   mais ainda muito atraente e interessante.
   
   -- Espero no lhes causar nenhum aborrecimento com meu inusitado
   pedido, Sra. Saint John -- disse ele.
   
   -- De forma alguma. E pode me chamar de Vanessa, por favor!
   
   Vanessa Saint John vestia-se elegantemente, com um vestido
   tradicional, que lhe chegava aos ps e um generoso decote, que deixava
   ver as formas de seus seios. Os cabelos estavam presos no alto da
   cabea e a maquilagem era discreta, realando sua beleza madura.
   
   Seu rosto era expressivo e tentador, com lbios carnudos e provocante.
   
   -- Espero que me acompanhe no almoo. J almoou?
   

   -- No, ainda no!
   
   -- Ento faa-me companhia. Considere-se em casa! J esteve neste vale
   antes?-- indagou ela, segurando-o pelo brao e levando-o at a sala
   onde seria servido o almoo.
   
   -- No,  a primeira vez. Estou encantado com a regio. 
   particularmente linda!
   
   Vanessa fez mais algumas perguntas, enquanto seu olhar passeava pelo
   corpo msculo e bem cuidado do homem a sua frente. James era
   experiente o bastante para reconhecer, naquele olhar, o desejo, a
   volpia, a tentao e a sensualidade contidas.
   
   -- J viu alguma das minhas garotas? -- indagou ela, olhando-o com os
   cantos dos olhos.
   
   Ele a olhou com certa surpresa.
   
   -- Sim, so lindas, muito lindas.
   
   -- Pode dizer o mesmo de mim?
   
   -- E por que no? Acho-a a mais linda de todas.
   
   Ela sorriu, corando. James achou isso delicioso e olhou-a, enquanto se
   sentava diante dele. Ela se debruou para apanhar uma travessa e seus
   seios ameaaram pular fora do decote.
   
   O almoo foi servido. James percebia claramente que aquela garota
   transpirava sensualidade e parecia estar madura para uma boa trepada.
   
   Aps o almoo, ela o levou at um dos quartos.
   
   -- Pode usar este quarto. Foi preparado para voc. Descanse um pouco.
   Fique  vontade. As garotas esto se preparando especialmente para
   voc e viro no devido tempo.
   
   -- Oh, sim, obrigado! Estou ansioso para conhec-las, uma a uma.
   
   -- Ter todo o tempo do mundo. Meu quarto  ao lado. Se precisar de
   qualquer coisa especial, estarei a sua disposio -- disse ela,
   olhando-o com desejo.
   
   -- Tenho certeza que sim!
   
   James entrou e caminhou pelo quarto. Foi at a janela. As terras se
   estendiam a perder de vista e carros se aproximavam, deixando uma
   nuvem de poeira para trs.
   
   Estava quente. Tirou o palet e a gravata. Foi at o banheiro. Uma
   ducha enorme chamou sua ateno, tentando-o. Despiu-se e foi tomar um
   banho. Quando terminou, voltou para o quarto ainda gotejante. Vanessa
   estava em p, ao lado da cama, com uma bandeja com garrafas e copos.
   
   Seu olhar cintilou desejo e ela ficou trmula e tensa, olhando aquele
   corpo msculo e peludo, coberto por gotas brilhantes de gua. Sentiu
   teso. Um teso forte e devastador ardendo em suas entradas, enquanto
   devorava-o com os olhos, desejando com-lo desesperadamente.
   
   -- Vim trazer as bebidas!
   
   Sua voz tremia e ele no segurou o seu teso. Em movimentos firmes e
   constantes, seu membro foi endurecendo diante dos olhos extasiados da
   dona da casa, at ficar ereto e rijo.
   
   --  um homem muito potente, James! -- disse ela, num fio de voz.
   
   -- Isso a agrada? -- desafiou ele.
   
   -- Muito.
   
   -- H quanto tempo no d uma boa trepada, Vanessa? -- indagou ele,
   indo se estender na cama, numa pose convidativa, olhando-a nos olhos.
   
   -- H muito tempo! Nem sei mais o sabor que tem um caralho endurecido!
   Tenho administrado esta casa, mas tenho me mantido afastada desses
   prazeres mundanos.
   
   -- Por que no vem sentir isso de novo?
   
   --  uma oferta tentadora, vinda de um homem como voc. Acho que
   conviver com esses matutos daqui tirou um pouco da minha feminilidade
   e do meu teso...
   
   -- No seja por isso. Adoraria faz-la se lembrar disso.
   
   Vanessa levou as mos s costas e seu vestido farfalhou ao deslizar
   para seus ps. Seu corpo exuberante se exibiu diante do olhar de
   aprovao de James.
   
   Ela subiu pela cama e se ps de quatro sobre ele, com sua xoxota ao
   alcance da lngua dele e o caralho dele ao alcance de sua boca.
   
   -- Que coisinha mais delicada  sua bucetinha! E to perfumada! --
   murmurou James, passando os dedos com adorao na vulva graciosa e
   molhada.
   
   -- A lngua! -- pediu ela, trmula de desejo.
   
   Ele enterrou, ento, sua lngua na xoxota dela, buscando a fonte mais
   profunda do sabor, a origem do nctar que adocicava seus lbios. A
   carcia foi intensa e prolongada, pondo Vanessa frentica e extasiada.
   
   A boca ardente de Vanessa buscou a ponta do cacete dele. A lngua
   hbil e morna se estendeu, penetrando entre a glande e o prepcio,
   girando.
   
   -- Gostoso? -- indagou ela e sua boca se abriu, sugando o caralho para
   o seu interior.
   
   A suco e os movimentos de sua lngua entonteceram-no. Ele se agarrou
   s coxas dela, sugando com ardor sua buceta, lambendo o clitris,
   mordiscando-se cuidadosamente. Suas mos escorregavam pelas pernas
   dela, numa carcia longa e vibrante.
   
   Vanessa gemia. Sua respirao entrecortada revelava toda a paixo que
   explodia em seu corpo, arrancada pela lngua dele. Ela retribua,
   sugando avidamente o caralho em sua boca.
   
   Seus corpos se esfregavam. Lenta e habilmente ele penetrou seu dedo
   mdio na xoxota dela, buscando o ponto mais sensvel, at encontr-lo.
   Quando massageou-lhe o ponto G, Vanessa sentiu o ar faltar em seus
   pulmes.
   
   -- O que  isso? O que voc est fazendo? -- surpreendeu-se ela,
   experimentando sensaes que nunca havia sentido antes.
   
   James parecia ter ligado um vibrador na chana dela, pondo-a frentica,
   aguando seu teso e sua sensibilidade a um ponto que pareceu a ela
   insuportvel.
   
   --  muito bom! Voc  muito bom, James! -- murmurou ela, mascando o
   cacete em sua boca gulosa.
   
   -- Sim, querida. Quero que descubra isso em toda a sua plenitude --
   falou ele, num estremecimento de prazer.
   
   Uma das mos foi acariciar o reguinho tentador das ndegas dela,
   buscando o cuzinho para uma carcia mais profunda. Ela rebolou,
   aceitando aquele dedo que forava a passagem por entre suas pregas
   anais.
   
   Ela gemeu de puro prazer. Ele redobrou os beijos e chupadas no
   clitris, enquanto o dedo mdio continuava l dentro, massageando
   aquele ponto sensvel da chana de Vanessa, que logo comeou a gozar
   incessantemente, com seu corpo tomado por contraes e espasmos.
   
   Enquanto ela o chupava, ele movia os quadris ritmicamente, fazendo o
   caralho entrar e sair da boca de Vanessa, cujos lbios apertavam-se
   contra a pele retesada de seu pnis.
   
   Seus movimentos foram se tornando frenticos. Seu dedo no saa da
   xoxota dela, que se contorcia de prazer, gozando seguidamente e
   chupando seu caralho em desvario.
   
   James gemeu rouca e prolongadamente, retesando o corpo abalado por
   espasmos.
   
   -- Vou gozar! -- avisou ele e ela ergueu o corpo, masturbando-o e
   vendo, deliciada, o esperma jorrar e escorrer por entre seus dedos,
   enquanto James gemia e se esvaa de tanto gozo.
   
   Aquela punhetinha inicial foi apenas uma plida amostra do teso
   acumulado no corpo de Vanessa. Ela o levou para o banheiro, onde
   rapidamente refrescaram seus corpos suados e, no momento seguinte
   estavam na cama outra viz.
   
   James observou com mais calma e teso o corpo escultural da garota ao
   seu lado. Os biquinhos dos seios exibiam aurolas escuras e bicos
   rijos e excitados.
   
   Seu olhar fixou-se, ento, na penugem que brotava abaixo do umbigo
   dela e ia se engrossando, na direo do monte-de-vnus, que era uma
   mancha escura e sedosa de fios encaracolados ao redor de sua vulva.
   
   -- Oh, eu havia me esquecido como isso era bom. Estou com tanto teso.
   Quero sentir seu caralho em minha xoxota agora. Foda-me inteirinha --
   pediu ela e James imediatamente vestiu uma camisinha no caralho e
   subiu nela, acomodando-se entre suas coxas, posicionando a ponta do
   seu membro na entrada lubrificada daquela xoxota perfumada e carente.
   
   Vanessa gemeu, quando James moveu os quadris lentamente e foi se
   enterrando nela.
   
   -- Que teso! -- murmurou ela, movendo os quadris no mesmo compasso
   dele, sentindo a cabea do caralho esfregar o interior de sua buceta.
   
   Comeou a gozar logo em seguida, com os primeiros movimentos dele.
   
   -- Oh, como  bom! -- exclamou ela e continuou gozando, mordendo os
   lbios para no gritar, sentindo aquele membro grosso alargar suas
   dobras vaginais e roar seu ponto G numa experincia que ela jamais
   sentira antes.
   
   Ela apertava e alisava o peito dele e os msculos do brao, gozando
   ininterruptamente, quase perdendo o flego naquela cavalgada
   alucinante.
   
   -- Estou gozando! -- gemeu ela, abraando-o com fora.
   
   -- Eu tambm! Que gostoso! Que teso de bucetinha! Como ela 
   apertadinha! Como voc  tesuda! Ah, como  gostosa! -- dizia ele,
   acelerando ao mximo seus movimentos.
   
   -- Vem! Vem comigo! Goze comigo! -- pediu ela, beijando-o e lambendo-o
   alucinadamente.
   
   James gemeu alto, apertando as ndegas dela, enquanto seu pinto
   pulsava, enchendo a camisinha de esperma. Ficaram gemendo e
   suspirando, aproveitando cada espasmo de prazer, cada contrao de
   seus ventres.
   
   Vanessa girou o corpo e ficou sentada na pica dele, rebolando os
   quadris e retirando daquele cacete ainda duro um resto de prazer.
   
   Ele se estendeu na cama, sob ela, extenuado. Ela continuou movendo o
   corpo, subindo e descendo, demonstrando toda a sua fome de sexo.
   
   Ele estremecia e apertava os lbios a cada vez que os quadris dela
   subiam, quase deixando escapar seu caralho. O rosto dela era de desejo
   e malcia.
   
   Ela estremecia, gozando aquele volume dentro de seu corpo. Seu teso
   no cessava. Gradativamente foi acelerando os movimentos. A pica dele
   se mantinha em p, deslizando com facilidade na xoxota lubrificada. A
   porra escorria pela base do membro, lambuzando seus plos.
   
   Ela se ergueu, ento, deixando a cacete dele escapar de sua chana.
   James pensou que ela fosse se levantar, mas ela o guiou para o rego
   entre suas ndegas.
   
   -- Agora eu quero aqui! -- disse ela, com a voz rouca de teso,
   soltando o peso do corpo sobre o membro dele.
   
   James sentiu a glande encontrar o caminho, avanando firmemente.
   Vanessa gingava a bunda de um lado para outro, oscilando o tronco,
   enquanto fazia a pica dele invadir seu cu apertado e ardente.
   
   O membro foi deslizando para dentro dela, que continuava rebolando.
   James sentia seu pnis sendo sugado para dentro daquela bunda faminta.
   
   -- Tesudo! -- suspirou ela, numa pausa, gozando o pau quase inteiro em
   seu cu.
   
   -- Tudo! Quero ir at o fim! Quero sentir todo o seu cu apertando a
   minha vara -- pediu ele, trmulo de teso.
   
   -- Enterra, ento, tudo dentro de mim! -- falou ela, movendo os
   quadris, at que o pau dele estivesse todo enterrado em seu rabo.
   
   --  gostoso demais! -- ofegou ele, sentindo seu caralho inteirinho
   dentro dela.
   
   -- Que loucura! -- arrematou ela, gemendo de prazer.
   
   Suas mos subiram pelo corpo dela, indo bolinar seus seios. Ela
   continuou rebolando, subindo e descendo lentamente o corpo, aumentando
   aos poucos o ritmo.
   
   -- Gostaria de trepar com voc at saciar meu fogo todo!
   
   -- Conte comigo, querida! Farei o que estiver ao meu alcance. Espero
   que minha mangueira seja suficiente para apagar todo esse fogo --
   murmurou ele, coordenando seus movimentos aos dela.
   
   O teso aumentava violentamente. Ela comeou a galopar sobre ele, com
   a pica entrando e saindo de seu rabo. James correspondia, golpeando-a
   com fora.
   
   Vanessa gozava com a vara enterrada dentro dela. James dava tudo de
   si, at sentir seu caralho inflar-se ainda mais e todo o s eu corpo se
   agitar em convulso.
   
   Ele gemeu alto, junto com ela, enquanto lhe apertava os seios. A
   garota apertou com fora a bunda contra o caralho dele e ficaram
   estremecendo e gozando, unidos num abrao frentico.
   
   -- Quero ficar assim, gozando -- disse ele. -- Sem me mover, apenas
   com suas contraes...
   
   -- Ento goze, querido... Goze... -- insistiu ela, continuando com as
   contraes de seu esfncter.
   
   James sentiu, ento, aquele calor intenso brotar de seu ventre e ser
   canalizado para seu pnis. Sua respirao interrompeu-se. Ele apertou
   o corpo de Vanessa contra o dele e sentiu o esperma jorrar dentro da
   camisinha, em jatos curtos e ritmados.
   
   Soltou o flego. Vanessa mexeu os quadris, fazendo o caralho roar
   suas pregas anais. Acelerou, Suspirando e gemendo, ela tambm gozou,
   acariciando-o e beijando-o com sofreguido.
   
   Depois ficaram imveis, apenas respirando e trocando carcias, quase
   imperceptveis.
   
   
   
   
                                      
                                      
                                      
                                      
                                      
                                      
                                      
                                      
                                      
                                      
                                 Captulo 2
   
   
   
   
   Aquela prometia ser uma estadia cheia de prazeres para James. Vanessa
   e ele haviam trepado toda a tarde, at que ela o deixara sozinho para
   descansar um pouco. James tomara um ltimo banho e se estendera na
   cama, cujos lenis cheiravam a porra e xoxota.
   
   Quando acordou, o barulho dos carros dos freqentadores da casa era
   mais intenso e j havia anoitecido. Foi at a janela observar a
   fileira deles, com faris acesos, movendo-se no mesmo ritmo e na mesma
   direo.
   
   Ficou ali, relaxado e tranqilo, at que algo sutil no ar lhe chamou a
   ateno. Era um novo perfume, pairando no quarto: um perfume de
   garota. Examinou o aposento. Num sof, junto  parede do outro lado,
   divisou um vulto de garota, imvel, olhando-o.
   
   No era Vanessa, mas uma das garotas da casa. Embora no pudesse v-la
   claramente, os cabelos eram diferentes e, acima de tudo, o perfume
   tambm.
   
   Foi at a cama e acendeu o abajur da cabeceira. Seus olhos se fixaram
   numa loura bem mais jovem que Vanessa, possivelmente passando um pouco
   dos vinte anos, com um corpo proporcional, dentro de um conjunto de
   saia curta e blusa rendada.
   
   Havia um teso muito grande nos olhos dela. O mesmo teso que ele vira
   nos olhos de Vanessa.
   
   Sem nada dizer, foi at ela, sempre olhando-a nos olhos. Ajoelhou-se
   aos ps dela. A garota suspirou de desejo e teso, olhando-o com olhos
   brilhantes.
   
   -- Espero no t-lo assustado -- disse ela, com a voz rouca de desejo.
   
   James, ao invs de falar, agiu. Estendeu uma das mos e alisou um dos
   joelhos dela, avanando lentamente at a coxa. Seu toque foi
   provocador. Ela ficou olhando para ele, respirando fundo.
   
   -- Teso! -- murmurou ela, sentindo o toque sutil daquelas mos em
   suas pernas.
   
   Isso a animou. Ela debruou o corpo para tocar o trax dele e deslizar
   a mo pelo ventre, at a sunga, tocando, finalmente, o caralho j
   duro.
   
   -- Voc  muito tesudo, sabia? -- indagou ela, enfiando a mo pelo
   elstico da sunga e agarrando o membro endurecido.
   
   Ficou apertando-o e masturbando-o com deslumbramento.
   
   -- Gosta de mim? -- indagou ela e sua voz era rouca e sensual.
   
   -- Estou adorando voc...
   
   Ela estremeceu de teso, apertando seu pau com fora.
   
   -- Deixe-me fazer amor com voc -- pediu ela.
   
   Ele sorriu, tomou-a pelas mos e recuou at a cama, deitando-se. Ela
   acariciou com volpia suas coxas, at enroscar os dedos no elstico da
   sunga e pux-la lentamente para baixo, expondo maravilhada o caralho
   duro, com a glande avermelhada e as grossas veias intumescidas
   indicando sua potncia e seu teso.
   
   --  to grosso! E to longo! -- sussurrou ela, com a voz rouca,
   apertando-o com as duas mos.
   
   -- Nunca experimentou um assim antes?
   
   -- No, o seu  o maior e mais gostoso de todos que j tive!
   
   Olhou-a. Estava trmula e arrepiada. Parecia to cheia de teso quanto
   Vanessa, por isso no teve pressa.
   
   Deixou-a brincar com seu caralho e ela no cessava de alisar, de
   apertar, de passar a mo e faz-lo arrepiar de teso com seu toque
   macio e voluptuoso.
   
   Ela o lambeu, depois o esfregou em seus cabelos, na testa, nos olhos,
   no nariz, nos lbios, na orelha. Em seguida no pescoo, entre os
   seios, retornando  boca para beij-lo e lamb-lo com a pontinha da
   lngua.
   
   -- Quer uma trepada? -- perguntou ele.
   
   -- Oh, sim! Muito!
   
   -- Ento vou satisfaz-la, querida -- falou ele, beijando-a.
   
   Ela se enroscou toda nele, demonstrando todo o que ardia em seu corpo
   ansioso por prazer.
   
   -- Voc  muito gostoso -- murmurou ela, apertando e alisando o
   caralho com as duas mos, enquanto ele chupava seus seios e sugava os
   biquinhos salientes.
   
   Sua pele estava eriada. A garota no parava de tremer. Sua voz estava
   rouca. Seu hlito mais perfumado. De sua racha subia o mais poderoso
   dos afrodisacos.
   
   -- Vem me fazer gozar de verdade -- suplicou ela, ofegante e fogosa.
   
   Ele aspirou seu perfume, roando seu rosto no dela. Sentiu-a tremer.
   Cheirou seus cabelos. Ela fechou os olhos. Ele a beijou na orelha, no
   pescoo e nos ombros. Ela se remexia, esfregando-se, e sua respirao
   era apressada e excitada.
   
   Beijou-lhe o canto da boca, roando seus lbios nos dela. Beijou-a com
   muito teso. Abraou-a, colando seu corpo ao dela, sentindo o volume
   de seus seios e a firmeza de suas coxas.
   
   Ela o abraou, apertando-se contra ele. Gemeu quando ele enfiou sua
   lngua entre seus lbios e provou sua saliva. Seu caralho continuava
   rijo, provocando-a. Ela o sentia e estremecia ao apertar o ventre
   contra ele.
   
   --Quero a sua buceta, a sua bunda, a sua boca, suas tetinhas, suas
   coxas, sua lngua, tudo em voc -- murmurou ele.
   
   -- Eu tambm quero.
   
   Enquanto ela falava, as mos desceram pelas costas dele e foram
   apertar-lhe as ndegas com volpia. Ele fez o mesmo, puxando-a para
   si, fazendo-a sentir toda a rigidez de sua pica.
   
   -- Vou fod-la -- murmurou ele, trmulo de desejo.
   
   -- Oh, sim, foda-me! -- rouquejou ela, esfregando-se nele com volpia.
   
   Olhou-a demoradamente, depois despiu-a. Acariciou seus cabelos, cados
   diante do corpo. Suas mos tocaram os seios dela.
   
   -- Teso! -- murmurou ele, num sussurro apaixonado.
   
   Ela estremeceu. Ele acariciou as graciosas elevaes e sentiu-lhes o
   formato. Eram redondos e rijos, com biquinhos salientes e desejveis.
   
   A garota estremeceu. Ofegou. Fechou os olhos e ficou imvel diante
   dele. Estava carente. Ele queria toc-la e sentir cada parte do s eu
   corpo, das aurolas de seus seios ao o formato de sua bundinha.
   
   -- Voc  to tesuda -- murmurou ao seu ouvido.
   
   Ela permaneceu trmula e entregue. Estava se dando totalmente e
   arrepiava-se a cada toque. Ele percebia isso em sua pele, mostrando o
   quanto ela estava excitada.
   
   A umidade de sua racha melava suas coxas e o perfume subia at as
   narinas dele. Ficou doido de teso e voltou a tocar seus seios,
   colhendo cada um em suas mos, amassando-os suavemente, roando os
   biquinhos salientes e enrugados.
   
   -- So gostosos! -- murmurou, rouco e afogueado.
   
   Empurrou os cabelos dela para trs e beijou seu pescoo com
   provocao, beijando sua pele.
   
   Foi descendo os lbios, chupando as encostas tentadoras de seus seios.
   Ela no parava de se arrepiar.
   
   --  bom! -- sussurrou ela, que se encolhia toda de teso.
   
   Ele continuou mordendo as tetinhas, chupando os biquinhos, colhendo-os
   entre os dentes e mascando-os suavemente. Ela ofegava, inquieta. Ele
   continuou dando toda a sua ateno s tetinhas dela.
   
   O perfume de sua chana era demais agora. Ele desceu as mos pelos
   quadris dela, sentindo sua pele arrepiada. Desejou acender as luzes
   naquele momento para ver toda a beleza daquele corpo, com cintura
   afunilada, coxas proporcionas e bunda tentadora.
   
   Dos seios ele desceu a boca para o ventre, beijando, chupando e
   mordendo. Suas mos contornaram o corpo tentador e foram massagear sua
   bunda rija e redonda.
   
   O perfume da xoxota mais e mais o convidava. Ele queria sent-lo de
   perto. Queria prov-lo. Queria experimentar seu sabor, bebendo-o na
   fonte.
   
   -- Oh, que loucura! -- sussurrou ela, quando ele a girou na cama e a
   ps de pernas abertas, ajoelhando-se entre elas.
   
   -- Abre as pernas um pouco mais -- pediu, empurrando as coxas um pouco
   mais, enquanto se debruava.
   
   -- Sim! Sim! -- repetiu a garota, atendendo-se.
   
   Subiu uma de suas mos pela parte interna de sua coxa at a vulva. Ela
   suspirou e ofegou, abalando-se toda. Ele estendeu o dedo mdio e o foi
   introduzindo na xoxota macia e molhada, tateando, procurando o ponto
   G.
   
   Quando o tocou, ela se incendiou. Suspirou. Gemeu. Contorceu-se,
   agarrando-o pelos cabelos e apertando-o contra o corpo, enquanto seus
   quadris se moviam ritmicamente, no compasso da massagem ntima que
   recebia em sua buceta.
   
   A garota conheceu o prazer, enquanto ele a sentia vibrar no toque de
   seu dedo. Quando ela parecia prestes a desfalecer, ele avanou os
   lbios e sentiu em sua boca a vagina estreita e seu sabor de garota,
   bebendo seu nctar. Ela foi  loucura.
   
   James a sentia gozar continuamente, com sua xoxota se dilatando em
   espasmos, enquanto ela estremecia e gemia. Ele insistiu naquela
   carcia que tanto a havia arrebatado.
   
   Sua lngua no lhe deu trguas. Enfiou com gosto. Sugou. Lambeu o
   botozinho delicado de seu clitris. Prendeu-o entre os dentes.
   Mordeu-o como havia mordiscado os biquinhos dos seios.
   
   Ela gozava continuamente. Ele pressionava a lngua contra o grelinho,
   enquanto ela, em contraes e espasmos, gemia e soluava de prazer.
   
   James deslizou um dedo pelo reguinho tentador, at encontrar as
   preguinhas de seu rabo. Ela suspirou mais forte, rebolando
   inesperadamente a bunda.
   
   Ele acariciou com fora o orifcio e insistiu na massagem, enquanto
   ela se remexia, experimentando um violento prazer. Ela deixou que o
   dedo dele fosse entrando naturalmente, na medida em que ela rebolava a
   bunda. Espasmos de gozo agitaram o corpo dela.
   
   -- Oh, estou ficando tonta de tanto gozar! Continue! -- pediu ela, em
   frenesi.
   
   Sua lngua continuava entrando e saindo alucinadamente na chana dela.
   O dedo no cu dela iniciou uma nova sesso de carcias e ele a fez
   gozar incontveis vezes, at que ela quase desfalecesse de prazer.
   
   -- Estou gozando como uma louca!
   
   -- Ento aproveite -- disse ele.
   
   -- Nunca experimentei isso! -- confessou ela, maravilhada, ofegante,
   com a voz entrecortada e rouca.
   
   -- Ainda a farei gozar muito mais! -- prometeu ele.
   
   Levantou-se e ergueu-a. Segurou-a pelos ombros, fazendo-a endireitar o
   corpo. Beijou-a ardentemente. Suas lnguas se encontraram. A dela
   invadiu a boca dele, buscando a sua saliva e lambendo-a internamente.
   Sem perda de tempo, ele desceu a mo at o meio das coxas dela.
   
   -- Continue gozando -- murmurou ao seu ouvido, enterrando um dedo em
   sua racha.
   
   A garota vibrou. Ele massageou o clitris e o ponto G ao mesmo tempo.
   Ficou esfregando, fazendo-a estremecer continuamente.
   
   -- Quer que lhe d todo prazer? -- indagou ele.
   
   -- Sim! -- confirmou ela, com a voz entrecortada pelos novos espasmos
   de prazer provocados pelo dedo dele.
   
   Ela espalmou as mos em seu peito, roando, apertando, tocando,
   sentindo os plos entre seus dedos. Beijou-se no pescoo, depois no
   peito. James sentiu os dentes dela mordiscando seus mamilos e se
   arrepiou de teso.
   
   Continuou roando-lhe a racha. A garota se confundia toda em seu
   desejo, no sabendo se o mordia o peito ou se parava e gozava. Acabou
   fazendo um pouco de cada coisa e segurou o caralho endurecido.
   
   --  to duro! -- constatou, num suspiro emocionado.
   
   Ficou eletrizada, apertando-o, masturbando-o, esfregando-o no rosto e
   nos lbios com volpia.
   
   --  to lindo! -- sussurrou deslumbrada, tocando-o e apertando-o.
   
   --  seu!
   
   -- Sim, nesta noite ele  meu! Quero chupar e trepar com ele!
   
   Ele arregaou a pele do cacete para baixo, deixando a cabea
   totalmente descoberta.
   
   A garota j se debruara sobre ele. Sua lngua deixou uma trilha de
   saliva brilhante na pele sensvel, fazendo-o estremecer. Arrepiou de
   teso com seu hlito aquecendo-o naquela regio to sensvel.
   
   Ela beijou a ponta intumescida, esfregando-a nos lbios. Depois
   lentamente foi abrindo a boca para envolver a glande e sug-la para
   dentro dela, fazendo o caralho deslizar pela sua boca ardente.
   
   A garota mamou-o demorada e gostosamente. Enquanto ela fazia isso, ele
   foi girando o corpo sob o dela, at sua cabea ficar entre as coxas e
   ele ter a chana dela ao alcance de sua lngua.
   
   Ficaram trocando carcias incendirias. Ele a lambeu e a garota
   chupou-o com teso, fazendo-o delirar com manobras inesperadas de sua
   lngua ao redor da glande.
   
   Ele continuou, dedicando-se totalmente ao grelinho intumescido,
   fazendo-a suspirar mais forte. Suas mos buscaram-lhe as ndegas,
   apertando-as. James a segurava pela bunda, enterrando a lngua com
   vontade em sua vulva, alisando sem parar seu clitris.
   
   A garota lambia e chupava sua pica em mamadas alucinantes. Ele sentiu
   que no precisaria se segurar muito. O teso dela era grande demais.
   
   -- Acho que sei o que voc quer -- murmurou.
   
   -- Quero trepar com voc!
   
   Ele girou o corpo, ficando por cima dela. Vestiu uma camisinha do
   caralho, depois abriu-lhe as coxas o mximo que pde. Encostou seu
   pnis na rachinha molhada. A garota delirou, contorcendo-se, querendo
   ser logo penetrada.
   
   Ele se enterrou nela, abraando-a e apertando seu corpo, sentindo a
   xoxotinha lubrificada comprimir seu pau com fora. Ela ficou
   contraindo a vagina. Mais um pouco e ele explodiria.
   
   -- Vem! -- suplicou ela, gingando os quadris, movendo-os, iniciando
   movimentos.
   
   -- Sim, meu teso! -- disse-lhe, comeando a entrar e sair de dentro
   dela.
   
   -- Sim! Mais! Com fora! Mais!
   
   Aquela garota era ardente e estava com fome de sexo. Ele a brindou com
   uma trepada inesquecvel. Ela rebolou, suspirou, chorou, gritou e
   uivou de prazer.
   
   -- Assim! Mais! Quero mais! Quero tudo! -- continuava falando ela.
   
   James se esmerou em seus golpes. Ela saltava e se contorcia na cama.
   Ele a segurava, mantendo-a firme sob ele, golpeando sem cessar, no
   permitindo que seu caralho escapasse de sua xoxota nem que seus corpos
   perdessem o ritmo.
   
   Ela gozou continuamente, enquanto ele usava toda a sua habilidade e a
   sua potncia para satisfaz-la. A garota j estava quase desfalecida
   de prazer, mas pedia mais. Tudo se tornou, ento, frentico,
   desenfreado e alucinante.
   
   Foi uma trepada que ela jamais esqueceria. Quando ele gozou, a garota
   desfaleceu, imvel sobre a cama, a vagina apertando sua pica e ele
   sentindo o pulsar dos jatos de esperma, inundando a camisinha,
   ameaando transbordar. Gemendo e sentindo esvair-se, ele caiu sobre o
   corpo dela e fechou os olhos.
   
   -- Oh, querido, que loucura! -- murmurou ela, com o corao aos
   pinotes dentro do peito.
   
   
   
   
                                      
                                      
                                      
                                      
                                      
                                      
                                 Captulo 3
   
   
   
   
   Bem tarde, naquela mesma noite, James jantou no prprio quarto, na
   companhia de Vanessa. Quando a garota o deixou sozinho, James pensou
   em dormir um pouco, pois estava extenuado. As duas mulheres, naquele
   dia, havia tirado tudo dele. No demorou muito para adormecer
   pesadamente.
   
   Na manh seguinte, acordou com movimento no aposento. Sentou-se na
   cama, ainda sonolento, para verificar o que era. A arrumadeira sorriu
   quando o viu.
   
   -- Desculpe-me se o acordei. Quer tomar seu caf agora? -- indagou
   ela.
   
   -- Sim, por que no? -- respondeu ele, devolvendo o sorriso. -- Eu vou
   tomar um banho, enquanto isso.-- acrescentou.
   
   -- Alguma coisa em especial para o seu caf?
   
   -- Deixo a seu critrio, por favor!
   
   Ele foi para o banheiro, aps dar uma boa olhada na garota. Era
   apetitosa e sexy e isso o deixou com um teso incrvel. Imaginou que
   iria transar com ela e mal podia esperar para toc-la e amassar aquele
   corpo apetitoso.
   
   Tomou o banho e vestiu apenas um roupo. Ela estava no quarto, dando
   os ltimos retoques num carrinho, onde trouxera o caf da manh.
   
   -- O caf j est servido -- informou ela.
   
   James examinou-a de novo. Observou os sapatos que ela vestia, do mais
   fino couro, o anel e os brincos, alm de uma gargantilha de ouro ao
   pescoo.
   
   Sorriu provocantemente.
   
   -- Voc me acompanha? -- indagou.
   
   -- Obrigada! Aceito! -- respondeu ela, sem pestanejar.
   
   Aquela garota estava ali para trepar com ele, usando daquele disfarce
   para seduz-lo. A idia no era de todo m e o excitava. Alis, tudo o
   excitava.
   
   -- Voc tem um belo corpo -- elogiou.
   
   Ela levantou os olhos para ele e respirou fundo. Tremores abalaram seu
   corpo. James caminhou lentamente at ela. Olhou-a nos olhos.
   Fascinada, ela parecia querer devor-lo.
   
   Ele gostou disso nos olhos dela, que brilhavam intensamente, midos de
   teso.
   
   -- O que quer comer? -- perguntou ela.
   
   James aspirou o perfume de seu corpo. Sentiu o cheiro de sua buceta e
   podia jurar como j estava mida.
   
   -- Est doida para trepar comigo, no ? -- afirmou ele.
   
   A garota estremeceu.
   
   -- Pode apostar que sim -- devolveu ela, com a voz trmula e ansiosa.
   
   -- Acho que j est com a bucetinha toda molhada.
   
   -- Por que no comprova isso?
   
   James no perdeu tempo. Levou sua mo at a perna da garota. Era lisa
   e acetinada. Ela se arrepiou toda. Ele subiu lentamente os dedos, at
   a parte interna da coxa. Ela ofegou e estremeceu.
   
   A mo dele foi entrando pelo meio das pernas dela. Subiu. A garota
   ficou em suspense. Ele tocou sua xoxota e ela gemeu, encolhendo-se de
   teso.
   
   -- Acertei -- afirmou, comeando a esfregar a vulva delicada,
   procurando o botozinho endurecido de seu clitris.
   
   A garota estendeu a mo, enfiando-a pela abertura do roupo. No
   precisou ir longe para encontrar o que procurava. Seus dedos enlaaram
   um caralho endurecido.
   
   Com a outra mo ela afastou o roupo e o caralho surgiu diante dos
   olhos dela, que suspirou deslumbrada. A mo dele seguia, alisando sua
   vulva, fazendo-a estremecer e abalar-se.
   
   --  um homem potente -- disse a garota.
   
   -- Voc sabe brincar com isso?
   
   -- Um pouco -- murmurou ela.
   
   -- Ento mostre-me o que sabe -- desafiou ele.
   
   Ela ofegou, tentada. Era uma garota jovem, voluptuosa e excitante, com
   seios delineados sob a blusa, cabelos compridos e ondulados, olhos
   azuis bem claros e uma boca enorme e carnuda, que o fez imagin-la
   mamando seu caralho.
   
   As coxas provocantes se exibiram, quando ela recuou at a cama.
   
   -- Gostou? -- quis saber ela.
   
   -- Adorei.
   
   -- E do meu corpo?
   
   -- Tambm!
   
   -- O que em especial?
   
   -- Tudo, principalmente o que  mais perfumado.
   
   -- Como assim?
   
   -- A bucetinha -- explicou ele, levando a mo at o nariz e aspirando
   profundamente o perfume de chana.
   
   -- Est me deixando muito excitada!
   
   -- Espere-me at eu descobrir o seu ponto G -- respondeu ele, enfiando
   a mo por entre as pernas dela, que foram se abrindo.
   
   Seu dedo mdio alisou as bordas da chana lubrificada, depois foi
   entrando, tateando, massageando, at encontrar o ponto rugoso ali no
   interior.
   
   A garota estremeceu e ficou esttica por instantes, depois saltou,
   como se uma corrente eltrica tivesse percorrido seu corpo. Seu rosto
   se transfigurou.
   
   -- O que foi isso? -- indagou, num fio de voz.
   
   -- Seu ponto G! E isso s foi o meu dedo. Bom vai ficar quando eu
   puser a meu caralho!
   
   -- No me faa esperar! Por favor! No me faa esperar! -- suplicou
   ela, cheia de teso.
   
   O caralho estava em riste, surgindo pela abertura do roupo. Ela o
   segurou e arregaou a pele dele, expondo a glande. Ficou olhando para
   ele com olhos brilhantes, cheia de excitao.
   
   -- Dispa-se! -- ordenou ele.
   
   Ela se levantou, ento, e antes de mais nada agarrou-o com fora.
   Deu-lhe um beijo chupado, voluptuoso, enquanto se esfregava nele.
   
   O cheiro de sua chana era intenso. Seu hlito era agradvel. A garota
   tinha uma pele macia, aveludada e morna. Ele correspondeu ao beijo e
   seu cacete latejou, de encontro ao corpo dela.
   
   Ela suspirou, emocionada, descendo a mo pelo seu corpo e indo
   pous-la em sua pica. Apertou-a com volpia, enquanto enfiava a lngua
   em sua boca.
   
   Ele ofegou, com o corpo todo arrepiado, quando subiu a mo por debaixo
   da saia dela e tocou sua xoxota umedecida. Esfregou o clitris e a
   garota estremeceu.
   
   -- Voc  gostoso -- murmurou ela, enfiando a lngua em seu ouvido e
   fazendo-o arrepiar-se.
   
   -- Ainda no viu nada, meu teso -- respondeu, beijando suas tetinhas
   voluptuosas.
   
   Sentiu sua pele arrepiada.
   
   -- Ah, que teso! Posso gozar s com isto! -- murmurou ela.
   
   -- Tira a roupa, querida -- falou-lhe, enquanto soltava o lao que
   prendia o seu roupo.
   
   A surpresa, naquela manh, parecia ser completa. Enquanto ele tirava o
   roupo, observando a garota se despir junto  cama, Vanessa entrou
   sorrateiramente atrs dele e despiu-se tambm.
   
   A jovem arrumadeira ou o que fosse estava nua, estendida na cama.
   Tinha um corpo realmente escultural, seios redondos e empinados,
   barriga lisa, achatada, coberta por uma penugem que refletia a luz do
   sol entrando pela janela.
   
   A bucetinha era rodeada de plos graciosos e adorveis, completando a
   beleza. A garota o olhava com uma expresso de luxria no rosto.
   
   -- Surpresa! -- disse Vanessa, surpreendendo-se ao agarr-lo por trs
   e esfregar seus seios nas costas dele, enquanto as mos iam se juntar
   sobre seu caralho.
   
   -- Ei, isso  mais do que eu esperava -- sorriu ele.
   
   -- Aposto como vai gostar, querido -- disse Vanessa. -- Vai poder
   comer duas bucetinhas ao mesmo tempo -- acrescentou ela, deitando-se
   ao lado da arrumadeira.
   
   James se julgou um sujeito de sorte.
   
   -- Ento vamos ao que interessa. Primeiro quero olhar vocs duas e
   decidir qual de vocs ele vou comer primeiro.
   
   Vanessa comeou a beijar a jovem, por todo o corpo. A outra aceitou
   aqueles beijos com uma expresso de intensa volpia no rosto.
   
   James ficou se masturbando e olhando-as, esperando o momento de fazer
   a sua escolha. A jovem ofegava, remexendo-se, apertando os seios,
   enfiando a mo entre as coxas de Vanessa, esfregando-a.
   
   -- No acho o tal do ponto G! -- reclamava.
   
   -- V com calma! Tente!
   
   Vanessa encaixou seu corpo sobre o da jovem, com uma das pernas
   roando a buceta dela. As duas se entregaram quelas carcias,
   esfregando-se com volpia, rolando na cama.
   
   A garota ficou com a bunda arrebitada. Ali ao lado, com o caralho duro
   na mo, ele continha seu desejo de enrabar aquele cuzinho. A jovem
   permaneceu por cima de Vanessa, beijando-a e alisando-a, com a perna
   encaixada entre as coxas dela.
   
   James se aproximou um pouco mais e acariciou aquela bunda gostosa, que
   rebolou para ele. Molhou um dedo com saliva, depois deslizou-o pelo
   reguinho tentador, buscando o orifcio pregueado do nus. Enterrou seu
   dedo nele. A jovem ofegou.
   
   A jovem continuou beijando a pele arrepiada de Vanessa, buscando seus
   seios sem pressa, lambendo e mordiscando, enquanto tocava-lhe
   sutilmente a xoxota, iniciando carcias sensveis e eletrizantes.
   
   A jovem olhou para James e com um movimento de convidou-o a participar
   da brincadeira. Ele pousou uma das mos no seio da jovem e ficou
   acariciando.
   
   Arrepiou-se. Era uma tetinha durinha, com o bico saliente, todo
   enrugado de teso. Fez o mesmo com sua outra mo, no outro seio,
   enquanto se debruava para beijar Vanessa com teso.
   
   -- Est gostoso? -- indagou a jovem.
   
   -- timo! -- respondeu ele, empolgado.
   
   Ajoelhado junto delas, ele foi espalhando beijos no pescoo de
   Vanessa, enquanto brincava com as tetinhas rijas e pontudas da jovem,
   sentindo o sabor de pele em sua boca, sutilmente, aspirava o perfume
   distinto e convidativo de duas bucetas umedecidas.
   
   A jovem abriu espao para que James se deitasse sobre Vanessa e
   agarrou-o por trs. Ele sentia seus seios esfregando-se em suas
   costas. Sua buceta molhada e lubrificada roava a bunda dele e James
   sentia a umidade escorrer em sua pele, provocando-se arrepios de
   teso.
   
   Ele deixou uma de suas mos alisando os seios de Vanessa e deslizou a
   outra mo pelo ventre dela, passando pelo tringulo peludo e indo
   tocar sua buceta.
   
   Ela gemeu e suspirou, arqueando o corpo, quando ele a tocou ali.
   
   -- Ah, que teso! No pare! -- disse ela, remexendo-se toda na cama.
   
   -- Eu tambm quero -- repreendeu-se a jovem atrs dele, enlaando-o
   pela cintura, agarrando seu caralho com as duas mos, apertando-o e
   masturbando-o, fazendo-o estremecer de teso.
   
   Ele suspirou de teso, quando sentiu toda a umidade da xoxotinha de
   Vanessa, esfregando-a, deslizando os dedos para cima e para baixo,
   percorrendo toda vulva, detendo-se no clitris e brincando com o ponto
   G.
   
   Continuou beijando-a, alisando seus seios e acariciando sua xoxota. A
   garota se esfregava nele, masturbando-o. Vanessa estava cada vez mais
   excitada. Gemia baixinho. Sua pele estava toda arrepiada.
   
   A jovem ofegava no pescoo dele, arrepiando-o e excitando-o. Seu dedo
   comeou a esfregar mais rapidamente a xoxota de Vanessa, acompanhando
   suas reaes.
   
   -- Oh, querido! Voc  demais! -- murmurou ela, o corpo todo
   sensibilizado.
   
   -- Est gostando? Vai ficar melhor agora! Vou chupar sua chana, quer?
   
   -- Oh, sim, chupe! Adoro isso! Vem! Enfia sua lngua! Chupe! -- pediu
   ela, contagiada por nova onda de empolgao.
   
   -- Deixe-se experimentar isso! Sempre quis saber qual era o sabor de
   uma chana -- pediu a garota.
   
   Antes que ele pudesse imped-la, ela se ajoelhou entre as pernas de
   Vanessa, afastando-lhe as coxas e instalando-se ali. Ele ficou
   observando o que ela ia fazer.
   
   Sua lngua se estendeu, tocou embaixo da vulva da dona da casa e foi
   subindo lentamente, at o clitris, onde lambeu avidamente.
   
   Retornou l embaixo e comeou tudo o novo, enquanto as mos subiam
   pelas coxas dela, indo at os seios, apertando-os com volpia,
   beliscando os biquinhos eriados.
   
   -- Est bom assim? -- indagou a jovem.
   
   -- Sim! sim.. No pare! -- pediu Vanessa, contorcendo-se.
   
   A garota recuou e James foi ocupar seu posto. Lambeu com gosto e teso
   a xoxota de Vanessa. Introduziu a ponta da lngua no buraquinho
   perfumado, girando e enfiando.
   
   Ela delirou. A jovem estava sobre ele, esfregando-se, enquanto ele
   punha Vanessa fora de si, de tanto teso.
   
   -- Oh! Estou comeando a gozar! Que teso! Mais! No pare! --
   suplicava ela, completamente fora de si.
   
   -- Est gostoso? -- perguntou a jovem.
   
   -- Sim! Est timo -- respondeu Vanessa.
   
   -- Quer que eu continue com a lngua ou prefere outra coisa? --
   indagou James, no auge da excitao.
   
   -- Quero seu caralho!
   
   -- Voc o ter, querida -- disse James, erguendo-se e deitando a
   garota jovem, que sorriu de teso e foi logo abrindo as pernas. --
   Acho que prefiro experimentar este buraquinho -- acrescentou, pondo
   uma camisinha no seu caralho e pincelando-o na entrada lubrificada da
   bucetinha estreita da garota, que vibrava de teso.
   
   Vanessa, fascinada, abriu os lbios rosados da chana da garota, para
   que James esfregasse o cacete endurecido ali. Ele delirou de teso,
   tendo uma viso completa do buraquinho, onde seu caralho entraria.
   
   Encostou a ponta do cacete na abertura daquela chana apertada. A
   princpio parecia que no entraria.
   
   -- Est gostoso! Muito gostoso! -- disse a jovem, num sopro de voz,
   enquanto ele enterrava sua pica na bucetinha estreita e bem
   lubrificada.
   
   A expresso deslumbrada da garota cedeu lugar ao prazer mais intenso,
   quando ele comeou suas bombadas vigorosas e ritmadas.
   
   -- Oh, que gostoso! No pare! Ah, que teso! Meu corpo inteiro est
   gozando! Estou gozando!
   
   James acelerou seus movimentos, cada vez mais vigorosos, levando a
   garota ao delrio. Vanessa, excitadssima, mal podia esperar pela sua
   vez e ele no a fez esperar.
   
   Enquanto a primeira se desmanchava em gemidos e suspiros, ele retirou
   o caralho de sua chana, enfiando-o na bucetinha da dona da casa, to
   lubrificada e apertada quanto a da primeira.
   
   -- Ah, que teso! Estou me acabando! -- comeou a gemer, indo ao
   delrio, enquanto ele sentia todo o seu corpo se abalar.
   
   Jatos de esperma inundaram a camisinha, quando ele gozou e continuou
   se movendo, fazendo-a gozar seguidamente.
   
   -- Voc  muito gostoso! -- disse a jovem.
   
   --  o maior -- acrescentou Vanessa.
   
   
                                      
                                      
                                      
                                 Captulo 4
   
                                      
                                      
   
   Quando Vanessa e a garota saram, depois de uma manh toda trepando,
   James tomou um banho e caiu na cama, adormecendo pesadamente, sonhando
   com xoxotas e bundas de todo tipo, enfeitando sua cama. Acordou no
   meio da tarde. Sobre o carrinho, estava uma refeio de rei, com
   ostras frescas, carne, peixe e massas diferentes.
   
   Comeu com apetite. Havia terminado, quando a porta se abriu e um vulto
   de garota entrou. Voltou-se, ento para encarar a garota que acabara
   de entrar. Ficou perturbado, olhando aquela beleza angelical com
   brilho diablico e tentador nos olhos.
   
   -- Espero que esteja preparado para mim -- disse ela, usando as duas
   mos para agitar os cabelos compridos e sedosos.
   
   Uma onda suave e inebriante de perfume se espalhou aps aquele
   movimento. Ela caminhou pelo quarto, exibindo um corpo perfeito, tenro
   e na flor da sua juventude.
   
   -- Quero voc! -- disse ela, com malcia e deciso.
   
   James a olhou, depois passeou o olhar pelo seu corpo. Era mesmo de
   tirar o flego.
   
   -- Quer ser trepar comigo?
   
   -- Sim, quero -- disse ela, soltando o primeiro boto da blusa que
   usava.
   
   Os contornos de seus seios se exibiram aos olhos gulosos de James, que
   ficou sem saber o que fazer. A garota desabotoou o segundo boto da
   blusa e ele no conseguiu pensar em mais nada.
   
   Aproximou-se. Acariciou seu rosto, seus cabelos e, quando deu por si,
   j estavam trocando beijos apaixonados e carcias incendirias, que
   deixavam seus corpos em brasa.
   
   James empurrou-a para trs, apertando-a em seus.
   
   -- Gostoso! -- murmurou ela, beijando-o alucinadamente.
   
   James tirou-lhe a blusa e estremeceu diante da beleza de formas e da
   rigidez daqueles seios jovens e oferecidos.
   
   -- Vamos trepar logo -- pediu ela.
   
   -- Como voc quiser, querida -- afirmou ele, esfregando-se nela e
   aspirando seu perfume.
   
   -- Estou doida de teso -- balbuciou ela, beijando-o no pescoo e no
   rosto com uma fome incontrolvel.
   
   Ele a levou para a cama, onde a depositou com gentileza.
   
   -- Quero v-la nua -- pediu ele, inclinando-se e soltando o fecho da
   saia que ela vestia.
   
   Puxou delicadamente a pea, enquanto ela rebolava os quadris,
   facilitando-lhe o trabalho. Seu corpo era perfeito, com o ventre liso,
   coberto por uma penugem delicada, que descia para debaixo da calcinha,
   transformando-se num tufo escuro.
   
   A buceta molhada delineava-se na pea ntima, mostrando toda a sua
   excitao no perfume sutil e penetrante que dela emanava,
   embriagando-o.
   
   Cheio de teso ele se inclinou. Seus dedos enroscaram-se no elstico
   da pea ntima, puxando-a lentamente. Ela facilitou-lhe o trabalho com
   seus movimentos de corpo.
   
   Quando a viu nua, James suspirou, apertando a calcinha perfumada
   contra o nariz, aspirando aquele perfume inesquecvel e enlouquecedor.
   
   -- Fique pelado tambm! -- pediu ela, com ansiedade.
   
   James tirou o roupo e seu corpo atltico levou a garota ao delrio. O
   volume e a rigidez de seu membro indicava sua excitao. A jovem se
   adiantou e esfregou o rosto contra o cacete tentador, fazendo James
   estremecer de teso.
   
   --  to duro -- ofegou ela.
   
   As mos dela subiram pela coxa dele, indo at as ndegas, numa carcia
   possessiva e febril. O cacete dele praticamente saltou para dentro da
   boca faminta da jovem, que sugou-o inteiro, enfiando sua lngua por
   entre o prepcio e a glande, alisando e chupando, enquanto as mos se
   mantinham nas ndegas dele, apertando-as e beliscando-as com um desejo
   incontido.
   
   James vibrou com o fogo delicioso que ardia no corpo dela, desejando
   fod-la o mais rpido possvel.
   
   Ele a fez se deitar. Ela continuou mamando-se com sofreguido e
   habilidade. Girando o corpo, ele teve as coxas dela ao seu alcance. O
   perfume da chana sob seu nariz convidava-o a beber o nctar direto na
   taa mais excitante e saborosa que conhecia.
   
   Seu hlito apaixonado lambeu a bucetinha molhada e a jovem suspirou,
   mascando com indizvel prazer a pica em sua boca.
   
   A bucetinha atraiu-o inapelavelmente. Ele afastou as coxas dela o
   mximo que pde para ter uma viso do paraso. Era a buceta mais
   tesudinha de todas que ele j comera naquela terra esquisita.
   
   Sem poder se conter, lambeu o nctar na prpria taa, afundando sua
   lngua naquelas carnes quentes e saborosas. Foi fundo, tateando,
   procurando, at encontrar o ponto rugoso e sensvel. Quando o tocou e
   massageou com a ponta de sua lngua, o corpo da garota estremeceu.
   
   -- O que  isso? -- indagou ela, com a voz entrecortada e sumida.
   
   --  a delcia das delcias, querida -- respondeu ele, insistindo na
   carcia e ela se derreteu, em gemidos e suspiros, sem soltar o cacete
   em sua boca.
   
   Ela ficou vibrando aquelas emoes deliciosas e desencontradas que
   fluam em seu corpo com a impetuosidade de uma corrente caudalosa.
   
   Seus seios esfregavam-se nas coxas de James, provocando uma sensao
   deliciosa. A boca faminta engolia seu pnis com luxria, brincando com
   ele.
   
   -- Estou gozando! -- ficou murmurando ela, com a voz sumindo pouco a
   pouco e o corpo estremecendo, at que ficou imvel, arfando,
   respirando com dificuldade e passando a lngua pelos lbios
   ressequidos.
   
   James interrompeu sua sesso especial de chupadas e foi apert-la e
   beij-la com lascvia, sentindo-a lnguida e entregue.
   
   -- Foi maravilhoso! Mas voc no gozou ainda -- murmurou ela.
   
   -- Sim, isso foi s para aquecer os motores, querida. Logo vou gozar
   -- explicou ele.
   
   -- Quero que seja bem gostoso!
   
   -- Sim, ser muito gostoso, eu prometo!
   
   -- Temos tempo.
   
   -- Sim, todo o tempo -- falou ela, apertando o cacete dele entre os
   dedos, fazendo as veias tornaram-se ainda mais intumescidas e ele mais
   rijo ainda.
   
   -- Quero gozar voc inteirinha, minha querida! -- disse ele, pondo-se
   deitado, com as costas apoiadas nos travesseiros.
   
   --  um homem to gostoso!
   
   -- Ento deixe-me lhe mostrar o que  realmente gostoso -- pediu ele,
   contagiado pela sensualidade daquele corpo em flor.
   
   -- Posso pedir uma coisa, ento?
   
   -- Sim, tudo que desejar.
   
   -- Deixe-me chup-lo de novo!
   
   -- Fique  vontade!
   
   Deixou que ela se pusesse de quatro entre suas pernas. Com um
   estremecimento de prazer, ele a viu inclinar-se sobre seu cacete. A
   lngua morna mida tocou sua glande e seu hlito ardente provocou
   arrepios na pele dele.
   
   As mos delicadas subiram-lhe pelo ventre, indo acariciar seu peito e
   beliscar seus mamilos de um modo todo especial, que arrepiava ainda
   mais e dava prazer.
   
   -- Quero que sinta o meu teso -- ordenou ela, com a voz rouca
   transbordando volpia.
   
   Ele ficou apenas sentindo e gozando aquele momento de intensa
   intimidade. A sensao era deliciosa. A jovem continuava movendo a
   lngua, acariciando-lhe o caralho gostosamente.
   
   -- Que teso!
   
   -- Que bom que goste -- falou ela, continuando a lamber sem pressa o
   pinto dele.
   
   James sentiu que todo o seu corpo ganhava uma extrema sensibilidade.
   
   -- Est gostando? -- indagou ela.
   
   -- Oh, sim! Muito!
   
   A jovem avanou a cabea, fazendo presso com seus lbios sobre a
   glande, deixando-a abrir caminho por entre eles, roar seus dentes e
   penetrar sua boca, avanando at sua garganta.
   
   James se sentiu no paraso. A lngua dela no parava de girar, de
   esfregar, de alisar e de provocar sua glande sensvel. A boca mida e
   morna engolia totalmente seu cacete. Os lbios dela apertavam a pele
   intumescida. A lngua atrevida brincava com ele.
   
   Ele sentiu teso, vertigem, delrio, emoo, tudo junto, numa mescla
   de sensaes que o assaltavam todas ao mesmo tempo.
   
   Ela comeou a mover a cabea. O ventre dele entrou em ebulio e ele
   desejou fod-la sem demora, enterrando seu pau na bucetinha to
   molhada que seu perfume agora j dominava todo o aposento.
   
   -- Quero lamber sua bucetinha tambm -- pediu ele.
   
   Ela se virou sobre a cama, o ventre apoiado no peito dele,
   oferecendo-lhe sua xoxotinha adorvel. James ficou admirando aquela
   paisagem que o enchia de volpia, cheirando aquele perfume
   entontecedor.
   
   Estendeu novamente a lngua e colheu o nctar, lambendo-a e sugando-a
   avidamente, buscando o ponto G para faz-la estremecer e vibrar, quase
   sem flego.
   
   -- Oh, que gostoso! -- ofegou ela, arqueando o corpo, empurrando a
   chana contra o rosto dele, ao mesmo tempo em que sugava o caralho dele
   como se desejasse engol-lo.
   
   A lngua dele avanou para dentro da xoxota dela, buscando sempre
   aquele ponto escondido, quase secreto. Ela gemia e se contorcia,
   suspirando com o cacete dele na boca.
   
   James alisava as coxas dela, indo at as ndegas, que rebolavam de
   prazer. Deslizou, ento, um dos dedos pelo reguinho entre as duas
   elevaes. A jovem ofegou e rebolou.
   
   Ele lubrificou o dedo com saliva, depois buscou o botozinho pregueado
   do cu dela, pressionando, girando, entrando lentamente. Ela arrebitou
   ainda mais a bunda, gemendo e chupando a pica dele.
   
   James buscou um dos seios dela, apertando-o deliciado, gozando as
   formas sensuais e tentadoras daquele corpo desejvel.
   
   -- Est me fazendo derreter! -- confessou ela, sentindo os biquinhos
   de seus seios to sensveis que poderia gozar s com aquela carcia.
   
   O dedo enterrado em seu nus dava-lhe um prazer adicional, que se
   juntava violentamente ao que a boca e a lngua dele produziam em sua
   buceta.
   
   James tambm experimentava um nvel incontrolvel de excitao,
   sentindo que a qualquer momento ejacularia na boca tentadora e ardente
   da jovem.
   
   Ela, no entanto, estava to excitada que se entregou s sensaes que
   lhe tomavam o corpo de assalto. Soltou-lhe o caralho e ficou apenas
   gozando com as carcias com que ele a brindava.
   
   Seu ventre agitou-se inmeras vezes e espasmos prolongados agitaram
   seu corpo, enquanto ela continuava gozando.
   
   -- Que gostoso! No paro de gozar! -- murmurou ela, acariciando o
   rosto dele, olhando aquela lngua incessante penetrar sua xoxota e
   arrebat-la, de tanto prazer.
   
   Todo o seu ventre estava em ebulio. Sua buceta ardia, pedindo algo
   que a preenchesse totalmente, que fosse at o fundo.
   
   -- Quero seu caralho dentro de mim -- pediu ela, escorregando sobre
   ele.
   
   A garota se esfregou no corpo dele. Suas formas tentadoras passaram
   pelo ventre de James e foram pressionar seu caralho. Ele o sentiu
   deslizar por entre o reguinho das ndegas dela, at passar e surgir
   entre suas coxas inquietas e sedutoras.
   
   O membro ficou colado  vulva molhada da garota, que se ergueu um
   pouco e apenas o encaixou  entrada de sua lubrificada bucetinha.
   
   -- Quero sent-lo entrando assim! -- murmurou ela, soltando lentamente
   o corpo.
   
   A glande se comprimiu  entrada do buraquinho estreito, lubrificado ao
   extremo. Sem dificuldades, apenas com um prazer quase insuportvel, a
   glande foi distendendo as dobras a sua passagem, enquanto se comprimia
   toda para entrar.
   
   -- Oh, que maravilha! -- suspirou e gemeu a garota, quando a cabea do
   pau entrou em sua chana.
   
   James se esforou para se controlar e no gozar naquele mesmo momento.
   
   -- Ele est entrando! -- disse ela, com a voz entrecortada, suspirando
   fundo.
   
   Deixou o corpo pesar sobre o dele e o mastro rijo e poderoso foi se
   enterrando nela gradativamente, enchendo-a, dando-lhe um prazer extra
   na penetrao.
   
   Ela foi at o fim, pondo-o inteiro dentro dela. James ficou sentindo o
   cacete enterrado naquela xoxota apertada, apenas gozando a sensao
   total de posse.
   
   A jovem ficou contraindo os msculos vaginais, apertando ainda mais o
   cacete dele, levando-se ao delrio.
   
   -- Que buceta! -- murmurou ele.
   
   -- Que pinto gostoso! Tira! Pe! Assim! Que teso! Estou derretendo
   por dentro! -- rouquejou ela, alterada de tanto prazer, abraando-se e
   beijando-se com sofreguido, enfiando sua lngua entre os lbios dele,
   da mesma forma como ele enfiava o cacete em sua xoxota e habilmente
   explorava seu ponto G e a fazia gozar.
   
   -- Vou gozar! -- rouquejou ele.
   
   -- Sim, goze! Goze dentro de mim! Estou gozando tambm! Fecunde-me!
   Mas no pare! Continue me fodendo! Foda-me! Foda-me!
   
   -- Oh, sim! -- concordou ele, louco de teso e desejo.
   
   Seus corpos atingiram o clmax ao mesmo tempo. Num gemido prolongado,
   eles gozaram e o cheiro de porra de misturou ao daquela bucetinha em
   flor, to estreita quanto deliciosa.
   
   -- Que homem! -- exclamou ela, tombando sobre ele, abraando-o e
   apertando-o com fora, beijando-o e sugando seus lbios com um desejo
   que no tinha limites.
   
   Ele correspondeu, abraando-a e apertando-a contra o corpo, sentindo
   que seu caralho continuava duro, aproveitando cada segundo no interior
   daquele corpo escultural e tentador.
   
   Ela foi se aquietando sobre ele. Suspirou, depois adormeceu
   graciosamente, com o caralho ainda dentro dela, como uma criana
   cansada aps uma boa e demorada mamada.
   
   Ele ficou ali, imvel, abraando-a e acariciando-a, olhando ao seu
   redor e pensando na loucura que era tudo aquilo. A jovem ronronou e
   murmurou alguma coisa. Ainda adormecida, ela comeou a mover os
   quadris. O cacete de James, ainda dentro da bucetinha dela, reagiu
   quase que imediatamente, endurecendo.
   
   Ela comeou a mover lentamente os quadris, em crculos. James ofegou.
   Suspirou. Gemeu. Agarrou-a. Beijou-a. Moveu seus quadris contra os
   dela, fodendo-a furiosamente.
   
   O gozo foi enorme e inesperado. Ofegantes, ficaram abraados. Ela
   apoiou a cabea contra o peito dele.
   
   -- Voc  fantstica, garota! -- disse ele, adorando a forma como ela
   o surpreendera.
   
   -- Acha mesmo?
   
   O caralho dele continuava duro dentro dela. O teso que havia em seus
   corpos no se esgotara. Ficaram abraados, beijando-se. Ela contraa
   os msculos vaginais, provocando-o, enquanto se acariciavam
   mutuamente.
   
   Ele comeou de novo mover lentamente os quadris, indo e vindo dentro
   da bucetinha lambuzada de porra.
   
   Com um carinho todo especial, James brindou aquela bucetinha com o
   melhor de si, entregando  deliciosa tarefa de fecund-la.
   
   
   
   
                                 Captulo 5
   
                                      
                                      
   
   Anoitecera. James acordou com rudos no banheiro. Levantou-se e foi
   at l. Ao abrir a porta, viu uma garota diante do espelho, escovando
   seus longos cabelos. Vestia uma saia curta e a blusa transparente. Os
   cabelos negros e compridos descia como uma cascata por suas costas.
   
   Ela se virou e olhou-o com teso.
   
   -- Ol! -- murmurou ela.
   
   -- Ol! -- respondeu ele, vendo-a se aproximar e aninhar-se junto ao
   seu peito.
   
   Era mais uma das garotas casa, concluiu ele, enquanto ela o beijava e
   ele cedia ao apelo daqueles lbios carnudos e macios que sugavam os
   seus com voracidade.
   
   Suas mos foram se enfiando por sob a saia dela, avanando at tocar
   sua calcinha. O tecido finssimo j estava molhado. Ele enfiou os
   dedos pelo elstico, ento, tocando seus plos macios e fartos, indo
   em busca de sua xoxota.
   
   Resvalou a ponta do dedo no clitris dela e a garota ofegou, abrindo
   um pouco mais as pernas, facilitando o seu trabalho.
   
   Ele ficou bolinando seu grelinho por algum tempo, enquanto ela gemia,
   estremecendo continuamente. Depois James avanou os dedos, alisando
   toda a sua vulva molhada, sentindo aquele calor gostoso que s
   encontrava na buceta de uma garota excitada.
   
   O perfume da xoxota dela subiu at suas narinas, embriagando-o,
   fazendo-o perder a noo de tudo ao seu redor. Afastou um pouco mais
   as pernas dela e buscou a abertura de sua chana estreita.
   
   Ela ficou febril e ansiosa. Seus lbios buscaram os dele. Beijou-o
   sofregamente, enroscando sua lngua na dele, sugando a sua saliva,
   mordiscando-lhe os lbios.
   
   -- Se soubesse o teso que estou, depois de ouvir as outras falarem de
   voc -- murmurou ela, levando-o para a cama, onde se deitaram,
   trmulos de teso.
   
   Ela o beijou gostosamente. Havia lascvia e volpia naquele beijo
   incendirio, que o entonteceu ainda mais, de to forte e gostoso.
   
   -- Quer alguma coisa especial? -- perguntou ele.
   
   -- No, s quero trepar mesmo! -- afirmou ela e suas mos desceram
   pelo corpo dele.
   
   Uma delas foi segurar seu caralho, apertando-se e esfregando-se com
   movimentos que lhe tiravam a coordenao, de to gostosos que eram.
   
   Ela sabia manipular um cacete como poucas. Ele deslizou, ento, as
   mos pelas costas dela, at as ndegas, repuxando a saia para tocar e
   apertar aquelas graciosas e rijas elevaes.
   
   Puxou-a ainda mais contra si, encaixando seu caralho entre suas coxas,
   esfregando-lhe a chana por debaixo da calcinha molhada. Apesar dos
   tecidos que separavam os dois, a sensao foi gostosa para ele,
   esfregando-se nela daquela forma.
   
   A garota tambm gostou, pois arrepiou-se todinha e voltou a beij-lo
   ardentemente, sugando sua lngua, devorando a sua boca. Ele a sentiu
   pegando fogo de teso e desejo, quando avanou sobre ele,
   arranhando-lhe o peito com suas unhas, beijando-lhe os mamilos.
   
   Ela gostou daquilo e continuou, contagiando-se, descendo na direo do
   seu ventre. James aproveitou para soltar os botes de sua blusa,
   tirando-a.
   
   Seus seios surgiram, lindos e redondos, com aurolas escuras ao redor
   dos biquinhos. Colheu-os em suas mos, sentindo a rigidez e o calor.
   
   Ela estremeceu de teso. Os biquinhos estavam duros. Ele os beliscou,
   esfregando-os com as palmas das mos, apertando-os com deslumbramento.
   
   A garota j estava ajoelhada entre suas pernas, esfregando o rosto no
   seu cacete. Seu hlito quente o fazia arrepiar continuamente. Ela
   beijava seu membro, apertando-o com verdadeira adorao.
   
   --  to duro! -- ofegou ela, segurando a pica com as duas mos.
   
   Empurrou a pele para trs, descobrindo a glande. Lambeu. Depois
   beijou. Em seguida sugou. Tinha uma boca incrvel. Ele a olhava, vendo
   todo o seu cacete enterrado naquela boca voraz, entrando e saindo. Era
   uma viso perturbadora e excitante.
   
   Enquanto ela chupava seu pau, ele alisava os seios dela, querendo mais
   de seu corpo. Segurou-a pelos ombros e a trouxe para junto de si.
   Beijou-a sofregamente.
   
   Ela estremeceu. Ele enfiou a mo por sua calcinha novamente, tocando
   seu clitris numa carcia provocante que a encheu de teso. Depois
   enfiou o dedo mdio no interior da xoxota dela, buscando o ponto G. Ao
   toc-la, ela pareceu ejacular, de tanta umidade que brotou de sua
   bucetinha excitada.
   
   -- O que aconteceu comigo? -- murmurou, sem fala.
   
   --  seu ponto G! -- murmurou, com a voz rouca de tanto desejo.
   
   -- Quero mais -- pediu ela, num apelo irresistvel.
   
   Abraou-a, beijando-a com ardor, despindo-a e fazendo-a se deitar na
   cama. Ficou deslumbrado, de tanto teso. Era um corpo magnfico, com
   uma pele dourada, envolta num perfume sutil e afrodisaco.
   
   James entrou pelo meio das pernas dela. Afastou seus joelhos e ficou
   deslumbrado, olhando sua xoxota molhada, com seus pelinhos sedosos,
   enquanto aspirava seu perfume adocicado e inconfundvel.
   
   E uma viso deslumbrante, que o emocionou muito. Aquela garota
   fantstica naquela posio, com as pernas abertas, com a xoxota
   preciosa destilando o nctar dos deuses na sua frente, quase o levou
   ao gozo, de tanto teso.
   
   Lambeu emocionado suas coxas, avanando na direo da fonte daquele
   perfume embriagador. Ele aspirava e entontecia, de tanto prazer.
   
   Roou a lngua no seu grelinho. Ela gemeu e incendiou-se. Apertou as
   coxas contra a sua cabea e ficou tremendo. Gozava naquele momento e
   ele podia ver isso por seus olhos fechados e aquela expresso de
   xtase em seu rosto.
   
   A garota ergueu os quadris, praticamente esfregando a chana na sua
   boca. Ento ele a chupou. Bebeu seu lquido precioso. Depois enfiou
   sua lngua numa profunda sondagem, entrando em seu buraquinho
   apertado, que se contraa e se lubrificava ainda mais com a sua
   saliva.
   
   Ela estremeceu de novo, segurando-o pelos cabelos e apertando-o contra
   a buceta. Ele a fez gozar com a sua lngua, quando tocou o ponto G,
   numa frico sutil.
   
   A garota foi ao delrio, enquanto ele a fazia gozar tanto que ela
   perdia o flego e a voz. Havia muito teso para ser gozado naquele
   corpo.
   
   Ele queria v-la desfalecida, esmerando-se nas carcias. Ela gemia,
   tombando o corpo para trs, apertando as coxas com fora e
   estremecendo, num gozo contnuo e prolongado.
   
   O nctar de sua xoxota era tanto que transbordava. Ele estava trmulo,
   com o gosto dela em sua boca e o seu caralho pulsando, ameaando
   explodir de tanto teso.
   
   Lentamente ela abriu as pernas de novo, olhando para ele com seu olhar
   mais mortio e convidativo.
   
   Ele ficou olhando para ela, ofegante, avanando lentamente. Ela
   levantou o corpo preguiosamente, segurou-o pelos ombros e o fez se
   sentar. Ajoelhou-se diante dele e segurou-lhe o caralho com as duas
   mos.
   
   -- Quero goz-lo ao mximo -- murmurou ela, ainda ofegante e trmula.
   
   -- Ento goze, querida -- disse ele em resposta, sentindo a presso
   deliciosa daqueles dedos ao redor da sua piroca.
   
   -- Oh, sim! Nem precisava dizer isso -- afirmou ela, caindo de lngua
   e de boca no seu caralho.
   
   Ele quase foi ao delrio. Ela chupava com maestria e com arte. Uma das
   mos mantinha a pele arregaada para baixo e a glande experimentava,
   em sua boca, sensaes inusitadas.
   
   -- Que teso! -- murmurou ela, numa pausa, lambendo-lhe os testculos,
   enrolando a lngua na base do pnis e subindo at a cabea intumescida
   e macia.
   
   Ele sentiu o orgasmo anunciar-se em seu ventre. Aquele calor intenso
   se acentuou e espasmos deliciosos percorreram o seu corpo. A glande
   inchou-se ainda mais, segregando o lquido lubrificante que a garota
   lambia extasiada. Ele estava prestes a gozar em sua boca e ela
   percebeu isso.
   
   Parou de mamar o caralho dele e foi subindo pelo seu corpo,
   beijando-lhe o ventre, os mamilos, o pescoo e, finalmente, a sua
   boca.
   
   Sua lngua atrevida penetrou por entre os lbios dele, buscando a sua
   sofregamente, enquanto James, habilmente, vestia uma camisinha em sua
   pica.
   
   Ofegando, ela se sentou no colo dele, encaixando o caralho em sua
   chana e empurrando, fazendo-o penetrar at a raiz. Ele a abraou
   comovido e cheio de teso. Apertou seus seios. Beijou seu pescoo e
   seus ombros.
   
   Ela o manteve preso em sua buceta, contraindo o seu interior
   ritmicamente, proporcionando-lhe um prazer alucinante. O calor daquela
   vagina, a penetrao, a sensao de estar sendo mascado por ela, tudo
   prometia arrancar dele o mximo do prazer.
   
   Sua xoxota sugava-o, pressionando gostosamente o pnis.
   
   -- Que teso voc est me dando -- ele disse, quase sem flego.
   
   -- Quer gozar agora?
   
   -- Sim! Estou explodindo!
   
   -- Ento goze! Voc me deixou louca -- gemeu ela, comeando a se
   mover.
   
   Ela galopou sobre seu colo, fazendo seu caralho enterrar-se
   selvagemente em sua chana, com estocadas profundas e viris.
   
   Ele comeou a gozar e continuou gozando, enquanto enchia a camisinha
   de porra, fazendo transbordar com os movimentos selvagens daquela
   garota.
   
   Ficou apertando-a contra o seu corpo, enquanto ela enrijecia-se toda e
   ficava tremendo e respirando entrecortado. Depois foi relaxando,
   soltando o corpo suavemente sobre o dele. Sua pica permaneceu l
   dentro dela, ainda dura, pedindo mais.
   
   -- Quase enlouqueci, de tanto que gozei -- murmurou ela, levantando-se
   lentamente, deixando o cacete escapar de sua xoxota saciada.
   
   Ficaram algum tempo ali, abraados. Depois, preguiosamente, ele foi
   at o banheiro, ligou a ducha e deixou que a gua morna reanimasse seu
   corpo.
   
   A garota o seguiu e sorria, enquanto olhava gulosamente para seu corpo
   nu, depois entrou tambm sob a ducha e ficou de costas para ele,
   deixando-se abraar e bolinar.
   
   O caralho de James entrou por entre suas ndegas, pressionando
   tentadoramente.
   
   Ela estremeceu de teso. Ps-se nas pontas dos ps e deixou que o
   caralho entrasse por debaixo de sua vulva e surgisse diante de suas
   coxas. Esfregou a cabea intumescida com as mos lambuzadas de
   sabonete.
   
   Ele estendeu a lngua e ficou lambendo o pescoo e a nuca da jovem.
   Mordiscou-lhe os ombros e beijou-a. Ela alisou seu pau mais algum
   tempo, at deix-lo totalmente endurecido, depois se ajoelhou diante
   dele.
   
   Enlaou a pica com seus dedos gentis e delicados. Sentiu a rigidez e a
   grossura do membro. Ficou brincando, puxando a pele para baixo,
   descobrindo a glande, lambendo-a e beijando-a com admirao e prazer.
   
   Ele se inclinou e estendeu as mos, colhendo em seus dedos seus seios
   rijos. Ficou brincando com os biquinhos, apertando-os. Ela continuou
   movendo os dedos em sua pica, com verdadeiro deslumbramento. Sua pele
   se mantinha arrepiada. Seus olhos olhavam fixamente a ponta macia e
   rubra do cacete,  flor da gua.
   
   -- Eu quero de novo! -- murmurou ela.
   
   -- Ento vai ter de novo -- ele disse.
   
   -- Quero agora! -- falou, apertando com sofreguido a pica dele.
   
   Ela avanou a cabea e comeou a chupar o cacete dele, desta vez
   fazendo-a entrar at o fundo de sua boca. Ele se debruou ainda mais e
   sua mo foi tocar a bucetinha em brasa, iniciando uma carcia em seu
   grelinho, depois no seu buraquinho.
   
   Ele sentia o quanto ela estava lubrificada de novo, pois seu dedo
   entrou com facilidade na chana. Ela ofegou e sugou com mais fora seu
   caralho.
   
   -- No agento esperar mais -- falou.
   
   James vestiu uma camisinha no cacete, apoiando-se na parede do box.
   Ela se ps nas pontas dos ps, ajeitou-o com a mo o caralho, depois
   ergueu uma das pernas.
   
   James empurrou o caralho contra a buceta dela, fazendo-o penetr-la
   profundamente. Seus plos se confundiram-se com os dela. A garota
   ficou tremendo, com a pica dentro de sua chana, contraindo, enquanto
   gozava.
   
   -- Oh, como  gostoso! Oh, como  bom! -- ficou repetindo ela,
   alucinada, movendo os quadris, buscando desesperadamente o prazer que
   viria arrebatador e intenso.
   
   *
   
   -- Quero uma coisa diferente -- pediu ela, depois de uma soneca.
   
   Algum entrara no aposento e deixara o carrinho com comida num canto.
   James olhou para a porta, mas nem desejou ir verificar se estava
   trancada. Tinha convico que sim.
   
   -- O que quer de diferente? -- indagou  garota.
   
   -- Algo que ainda no fez com as outras.
   
   -- Como o que, por exemplo?
   
   Em resposta ela mostrou uma camisinha, do tipo reforado e com
   lubrificao especial. Debruou-se sobre o corpo de James e manipulou
   seu caralho, at faz-lo endurecer. Em seguida vestiu nele aquela
   camisinha.
   
   Olhando James com intensa volpia, ela subiu nele e lentamente, coma
   provocao deliberada, ela foi movendo o corpo e acomodando o caralho
   dele no reguinho entre suas ndegas. Depois rebolou, provocando-o. Ele
   moveu os quadris, esfregando, indo e vindo.
   
   -- Isto  muito bom -- murmurou ela, rouca de teso, debruando-se
   sobre ele.
   
   Ele a beijou no pescoo e nos ombros. A garota arrepiou-se
   imediatamente e suspirou, sentindo o corpo tornar-se extremamente
   sensvel.
   
   Ele acomodou a ponta do caralho na bunda dela, esfregando para cima e
   para baixo, at encontrar o buraco do rabinho dela. A garota continuou
   arrepiando-se com aquela carcia. Ele ficou pressionando o buraquinho
   dela, enquanto continuava beijando. Ela delirou, estremecendo-se toda.
   
   --  isso que quer? -- indagou ele, ansioso e cheio de teso e de
   vontade de comer aquele rabinho.
   
   -- Sim, quero experimentar isto -- respondeu ela.
   
   -- Ento vamos fazer -- disse ele.
   
   James a virou de bruos, depois afastou um pouco mais as pernas dela e
   enfiou o cacete ali, continuando a esfregar. O produto lubrificante
   untou o cu da jovem, deixando-o pronto para a penetrao. A garota
   levantou ainda mais os quadris. Sua bundinha ficou arrebitada, pronta
   para a penetrao.
   
   Ele separou as ndegas rijas e empinadas com as mos, guiando o pnis
   at o buraquinho cheio de pregas.
   
   Foi empurrando.
   
   --  to gostoso... -- rouquejou ele, trmulo de teso.
   
   -- Foda o meu rabo. Quero ser toda sua de todas as maneiras possveis.
   
   -- Est bom?
   
   -- Est gostoso...
   
   -- Posso pr tudo?
   
   -- Sim...
   
   -- At o fim?
   
   -- Sim...
   
   -- Se no gostar, avise que eu paro...
   
   -- Pare de falar e enfia logo essa pica no rabo, James. Estou ardendo
   de teso -- exigiu ela, rebolando, empurrando o corpo contra o membro
   dele.
   
   -- Vou enfiar. Bem devagar -- avisou ele, enfiando lenta mas
   firmemente.
   
   Sentiu a glande deslizar maciamente naquele buraquinho apertado, que
   foi se relaxando pouco a pouco, permitindo que ele penetrasse.
   
   A garota suspirou e gemeu baixinho, sentindo uma onda de calor
   penetrar seu nus, juntamente com o membro dele. Uma violenta sensao
   de prazer seguiu-se  penetrao.
   
   -- J estou gozando -- murmurou ela, com a voz entrecortada.
   
   -- Agora mexe um pouco -- pediu ele, enquanto uma das mos ia
   acariciar os peitinhos dela e a outra descia, procurando-lhe o
   grelinho para massage-lo e lev-la  loucura.
   
   A garota comeou a rebolar lentamente, friccionando suas pregas na
   glande dele. Aquela frico deixou-o trmulo e numa tenso ertica
   insuportvel, fazendo-o apressar-se.
   
   Comeou a mover seu membro dentro dela. A garota gemeu. Ele continuou,
   num ritmo lento e gostoso. Ela continuou gemendo e suspirando.
   
   -- Voc gostosa demais, querida -- afirmou ele e suas mos colheram em
   cada uma um dos peitinhos para massage-lo.
   
   A excitao aumentava violentamente.
   
   -- Enterre tudo.  bom demais -- pediu ela, empurrando ritmadamente a
   bunda arrebitada contra o cacete dele.
   
   James foi acelerando seus movimentos, fodendo aquele cuzinho tentador
   com uma volpia nova.
   
   Ela se entregou ao membro dele. James sentiu as preguinhas se abrindo.
   Percebeu que a glande se apertava para encontrar o caminho, avanando
   firmemente.
   
   A garota rebolava de um lado para outro, enquanto fazia a pica dele
   invadir seu cu apertado e ardente. Continuava se mexendo. James sentia
   um teso enorme, com o pnis sendo sugado para dentro da bunda
   faminta.
   
   -- Est gostoso! -- suspirou ela.
   
   -- Estou pondo tudo!
   
   -- Sim, tudo. Enterra! Enterra tudo em mim! -- falou ela, movendo os
   quadris, com o pau dele todo enterrado em seu rabo.
   
   --  bom demais! -- ofegou ele, sentindo seu caralho inteirinho dentro
   dela.
   
   -- Oh, que coisa louca! -- ajuntou ela, gemendo de prazer.
   
                                      
                                      
                                      
                                      
                                      
                                      
                                      
                                      
                                      
                                      
                                      
                                      
                                      
                                      
                                 Captulo 6
   
                                      
                                      
                                      
   James tomou um novo banho e jantou. A ltima garota fora a mais
   exigente de todas. Treparam diversas vezes. Aps o jantar, sentiu-se
   recuperado e novamente excitado. Pensou ento, em toda aquela
   situao.
   
   Estava se sentindo bem, atingindo performances que jamais conseguira
   antes, durante seu casamento. Para seu ego e sua auto-afirmao, tudo
   aquilo era timo.
   
   Seu nico pensamento se resumia agora em tentar imaginar como seria a
   prxima garota a entrar no quarto.
   
   Ela no demorou a aparecer. Entrou rapidamente, passou por ele e foi
   para o banheiro, de onde, pouco depois, ele pde o barulho da gua.
   
   No pudera reparar muito bem em seu corpo, mas ficou imaginando como
   ela seria, com a pele molhada, os cabelos escorridos, com a espuma
   lubrificando e cobrindo seus encantos mais ntimos.
   
   No precisou imaginar muito. Logo depois ela apareceu, enrolada com
   uma toalha, os cabelos ainda midos, a pele fresca e perfumada. Sorriu
   provocantemente, olhando-o com olhos de malcia e de provocao.
   
   Num gesto espontneo e natural, ela soltou a toalha e exibiu seu corpo
   escultural. Os seios pontudos e perfeitos apontavam para frente. A
   cintura era afunilada e os quadris, proporcionais. Coxas sedutoras lhe
   davam movimentos felinos. Ela caminhou ao seu encontro.
   
   James a devorou com os olhos, das coxas aos lbios carnudos, passando
   pelos seios e pelo ventre, descendo, acompanhando o tringulo peludo
   que descia rumo a sua vulva. Tudo nela era desejvel e tentador.
   
   -- Pensei que nunca chegaria a minha vez -- murmurou ela, passando a
   lngua pelos lbios, tornando-os brilhantes e tentadores.
   
   As mos subiram pelo prprio corpo, deslizando cintura acima, at
   juntarem-se sobre os seios. Sua pele estava arrepiada. Os biquinhos
   estavam durinhos, demonstrando como ela estava excitada.
   
   -- Estou to cheio de teso que mal posso esperar... -- acrescentou.
   
   James abriu os braos para receb-la e apert-la com fora, fazendo-a
   sentir todo o seu teso. Beijou seu rosto e seus lbios carnudos,
   enquanto suas mos deslizavam pelo corpo dela, tocando a pele macia,
   descendo pelas costas e indo apertar com luxria a bunda empinada e
   tentadora.
   
   Suas lnguas se encontraram, trocando carcias loucas. Deitou-a ao seu
   lado, puxando-a para si, enfiando a pica entre suas coxas, sentindo o
   calor e a umidade de sua chana.
   
   -- Voc  to gostoso. Fiquei com muito cime enquanto esperava --
   disse ela, enquanto ele a apertava e sugava seus lbios. --Agora quero
   brincar com voc. Esperei muito por isso. Quero que me foda. O que
   quer comer primeiro? .
   
   -- Sua bucetinha, que deve ser apertadinha e gostosa, tanto quanto sua
   bunda -- disse ele, excitado.
   
   -- Voc sabe mesmo como agradar uma garota -- observou ela.
   
   --  verdade. Quando penso na sua bucetinha apertadinha e molhada,
   isso desperta em mim um desejo irresistvel de trepar com voc,
   fod-la at seu pau esfolar e todo o fogo que arde dentro de mim
   transbordar em porra na sua buceta... -- disse ele, fazendo-a
   arrepiar.
   
   A garota estava adorando tudo aquilo. Enquanto ele falava, alisava sua
   chana.
   
   -- Oh, querido! -- murmurou ela, totalmente acesa agora, virando-se
   sobre ele, esfregando seu corpo no dele, beijando-o como uma
   alucinada.
   
   Suas mos ficaram livres para percorrer as formas perfeitas da jovem,
   enquanto ela ia deslizando o corpo para baixo, com a boca voraz
   beijando, roando seus plos, at a base de seu cacete. Sua lngua se
   enroscou na pele retesada, subindo, subindo, at que seus lbios
   roassem a glande intumescida e sensvel.
   
   Sugou-a para dentro de sua boca com avidez e aquela sensao de se
   sentir chupado por sua boca morna foi eletrizante para James.
   
   Ela conservou o pnis em sua boca, mamando-o, fazendo-o estremecer,
   quando movia a lngua ao redor da glande.
   
   -- Voc  mesmo muito gostosa -- murmurou, entregue.
   
   -- Vou lhe mostrar o que  ser gostosa -- respondeu ela, continuando a
   sugar loucamente.
   
   Ele enfiou a mo por baixo dela e buscou sua xoxota molhada.
   Esfregou-a delicadamente, passando o dedo por toda a sua extenso,
   sentindo seu calor ardente.
   
   Depois avanou um dedo no interior morno e lubrificado, procurando o
   ponto G. Quando o tocou, a garota se eriou inteira.
   
   Ela gemeu e ofegou, quase mordendo-lhe a pica de tanto teso. Ele
   insistiu na carcia, buscando o botozinho saliente de seu clitris
   para acarici-lo com a ponta do dedo.
   
   -- Sabe como fazer isso, no? -- desabafou ela.
   
   -- Som, principalmente quando encontro uma xoxotinha molhada como a
   sua.
   
   -- Gosta de uma chupadinha? -- indagou ela, girando a boca ao redor de
   glande, quase fazendo-o gozar.
   
   James estremeceu e sentiu seu pinto latejar de teso, por isso manteve
   o dedo em sua chana e esfregando-lhe o ponto G.
   
   A jovem continuou respirando fundo e entrecortado, sentindo o prazer
   fluir em ondas dentro dela.
   
   Ele continuou naquela carcia, vendo as coxas dela estremecerem e ela
   apertar os olhos, com a boca aberta, com falta de ar. Os tremores
   aumentaram. Ela se enrolou toda e tombou no leito, alucinada.
   
   -- O que voc est fazendo comigo? -- indagou ela, num fio de voz,
   esticando-se lentamente no leito.
   
   James se ps de lado para olhar seu corpo. Os olhos dela estavam
   semicerrados. Seu peito arfava deliciosamente. Seu ventre se contraa
   a cada respirada.
   
   -- Vou lhe mostrar de que sou capaz -- falou ele, debruando-se sobre
   ela.
   
   Primeiro lambeu e mordiscou seus seios pontudos, prendendo entre seus
   dentes os biquinhos rijos e salientes. Sua pele fresca e perfumada,
   ainda mida, tinha um sabor todo especial.
   
   A excitao o punha trmulo e ansioso. Ele gostava daquilo. Gostava de
   chegar naquele ponto onde todos os pensamentos falham e quando o ato
   comea torna-se impossvel parar.
   
   Beijou o pescoo dela, seus ombros, retornando aos seios para
   lamb-los e mascar os biquinhos. A garota suspirava de teso, o corpo
   abandonado na cama, as pernas abertas, de onde vinha o perfume intenso
   e perturbador de sua xoxota.
   
   Aquilo provocava nele reaes selvagens e primitivas. Ele queria comer
   aquela garota, lamb-la, penetr-la, goz-la de todas as formas.
   
   Escorregou pela cama, lambendo seu ventre, brincando com seu umbigo,
   afundando o rosto nos plos de sua vulva. A fonte daquele perfume
   estava cada vez mais prxima, deixando-o febril.
   
   Encaixou-se entre suas pernas. Fez com que ela flexionasse os joelhos,
   deixando-os penderem para os lados. A fenda tentadora e orvalhada, a
   fonte do perfume mais original e sutil do corpo de uma garota, estava
   ali, diante de seus olhos, oferecida e convidativa.
   
   Estremeceu de teso, olhando-a. A garota tinha uma xoxota
   incomparvel, estreita, com lbios rosados e delicados.
   
   -- Adorei sua bucetinha! -- murmurou ele, a boca bem prxima dela para
   que seu hlito a acariciasse e a fizesse gozar.
   
   Ela ofegou, estremecendo-se toda. Ele pendeu a cabea, atrado
   inapelavelmente pelo perfume intenso. A garota arqueou o corpo,
   deixando escapar um gemido. A ponta da lngua dele tocou o botozinho
   delicado e sensvel, pressionando-o.
   
   -- Oh, querido! Que teso! -- murmurou ela, com a voz entrecortada e
   rouca, apertando a cabea dele contra seu corpo.
   
   A lngua dele passeou por toda a sua vulva e ela gemeu roucamente, com
   o corpo todo abalado por espasmos contnuos.
   
   -- Est gozando antes de mim -- observou ele.
   
   -- Sim, estou. E vou gozar mais... Quero gozar mais, antes de ter sua
   pica em minha chana.
   
   Ele adorou ver como ela gozava, estremecendo, murmurando, gemendo,
   gritando s vezes, arranhando-o e beliscando-o. A lngua dele ficou
   brincando com o clitris, pressionando, esfregando, lambendo,
   provocando. A xoxota tornou-se ainda mais molhada, misturando saliva
   com nctar.
   
   Ele lambia aquele lquido precioso, sugando e beijando sua chana. Suas
   mos estendiam-se sobre o corpo dela, buscando os seios para
   apert-los com volpia e teso. Sua lngua brincava continuamente 
   porta da vagina estreita e deliciosa.
   
   Arrepios cobriam a pele dela. A garota se contorcia. Ondas de prazer
   percorriam seu corpo. Suas reaes o faziam insistir naquelas carcias
   que a punham num estado de orgasmo permanente.
   
   Mordiscou o clitris, prendendo-o entre meus dentes. Depois lambeu
   incessantemente sua xoxota, esfregando a lngua nos lbios rosados.
   Ela se contorcia e suspirava sem parar.
   
   Ele sentia seu perfume se acentuar,  medida que a excitao se
   transformava em satisfao. A garota j tivera vrios orgasmos. Ele
   acompanhava suas reaes, bebendo o suco de sua buceta, onde os lbios
   continuavam colados.
   
   As pernas dela tremiam. Seus dedos se enterravam nos cabelos dele,
   apertando-o com fora na xoxota, onde, finalmente, ele enterrou a
   lngua o mais profundo que conseguiu, brincando l dentro com seus
   pontos sensveis, com suas dobras que em breve se dilatariam para
   receber toda a grossura rija e viril de sua vara.
   
   -- Oh, querido...  demais... Estou desfalecendo... Mas no pare...
   Continue... Assim... Quero gozar tudo... -- rouquejou ela, entre
   gemidos e espasmos incontrolveis.
   
   Como uma cobra insinuante, sua lngua se movia dentro da buceta em
   fogo da garota, sorvendo seu nctar, misturando-o com saliva,
   lambendo-a em todas as direes e fodendo-a.
   
   Orgasmos mais intensos punham a garota prostrada agora, mas a lngua
   no parava. Ele queria trepar nela, cavalg-la, enterrar-lhe a pica,
   mas, ao mesmo tempo, queria goz-la como no gozara nenhuma das
   mulheres anteriores.
   
   Era um desejo intenso e estranho, que o fazia dar tudo que pudesse
   para dar prazer quela garota em sua cama.
   
   -- Vem, quero seu caralho. Agora! Vem! -- pediu ela, totalmente fora
   de si
   
   Ele sentia que no poderia esperar mais tambm. Seu gozo estava s
   portas. Seu pnis doa. Seus testculos pareciam que iam explodir.
   
   Ele subiu nela, lambendo a pele, chegando aos seios, onde se deteve
   para beijar e sugar. Uma de suas mos ficou entre as coxas dela,
   esfregando continuamente seu clitris e a entrada de sua xoxota
   inundada. Os orgasmos foram intensos e contnuos. O corpo da garota
   no parava de estremecer.
   
   -- Eu derreto de tanto gozar... -- confessou ela, quase sem voz.
   
   -- Continue gozando. Goze! Goze que vou enterrar minha pica na sua
   buceta agora -- foi murmurando, enquanto subia por ela e encaixava uma
   camisinha no pinto.
   
   Posicionou o cacete na entrada da chana lubrificada. Empurrou a
   pontinha, s para sent-la. Depois comeou a deslizar suavemente por
   entre os lbios rosados e lubrificados, mas ela no esperou.
   
   Jogou inesperadamente o quadril contra o dele, enterrando-o
   profundamente dentro dela.
   
   James ficou imvel, apenas sentindo as contraes dos msculos
   vaginais, pressionando seu caralho na bucetinha estreita, buscando
   sutilmente um prazer que vinha l de dentro de seu ventre como uma
   manada de cavalos selvagens em disparada.
   
   -- Como  gostosa sua bucetinha! Aperte mais! Assim! -- murmurou,
   sentindo que seu controle chegava ao seu limite mximo.
   
   Comeou a se mover, fodendo aquela chana estreita e tesuda, enquanto a
   garota se acabava em suspiros e gemidos sob ele.
   
   Foi um dos orgasmos mais intenso de toda a sua vida. O cheiro de
   esperma misturou-se ao da xoxota dela, perfumando intensamente o
   quarto.
   
                                     *
   
   Ela ficou imvel por um longo tempo, at que sua respirao se
   normalizasse. James ficou acariciando sua pele sensvel e macia,
   percorrendo suas curvas e contornos.
   
   Concentrou-se na bunda arrebitada, durinha e tentadora. Ficou
   esfregando as unhas, passando o dedo pelo reguinho, deliciando-se em
   sent-la arrepiando-se.
   
   -- Agora que j o conheo, vou sentir ainda mais cime -- confessou
   ela, com voz lnguida e cansada, sem se mover.
   
   -- Se  para sentir cime depois, ento trate de aproveitar tudo a que
   tem direito -- recomendou ele.
   
   Ela foi at a mesa, onde havia comida. Apanhou uma fatia de queijo,
   outra de presunto, pondo-as sobre uma folha de alface. Enrolou-as.
   Enfiou uma das pontas num potinho de molho, depois retornou at a
   cama.
   
   Estendeu-a, levando-a  altura da boca de James. Sem nada dizer, ele
   tomou a folha de alface da mo dela, olhou-se como se fosse com-la,
   depois estendeu-a na direo da garota.
   
   -- Obrigada! -- falou ela, antes de abrir a boca e deixar que James
   lhe desse a comida, que mastigou com indizvel prazer.
   
   James ficou olhando para ela, vendo como seus olhos brilhavam cada vez
   mais, como a pele de seu rosto ficava corada e como os biquinhos dos
   seios dela se eriavam espontaneamente.
   
   Ela comeou a esfregar as mos pelo prprio corpo e sua pele
   arrepiou-se todinha.
   
   -- Estou tendo o maior teso de minha vida, James. Precisava de um
   macho como voc para satisfazer-me. Estou cansada de trepar com
   caipiras apressados e sem nenhum refinamento -- falou ela,
   debruando-se sobre ele e fazendo-o se deitar.
   
   Ela sorriu e se deitou sobre ele. Continuava com teso. Ajoelhou-se
   junto dele, lambendo seus testculos, enquanto as mos dominavam-lhe o
   membro endurecido.
   
   Seus lbios carnudos e entreabertos aproximaram-se lentamente. A
   lngua se estendeu, mida e trmula, roando a glande avermelhada,
   alisando-a e umedecendo-a de saliva.
   
   James estremeceu, diante da fome e do teso daquela mulher. Sentiu o
   hlito ardente dela sobre sua glande e, no momento seguinte, a boca
   ardente envolveu seu membro.
   
   Tremores de prazer fizeram todo o corpo dele estremecer, enquanto a
   lngua e a boca da garota brindavam-no com as carcias mais ntimas e
   alucinantes.
   
   Ele acariciou febrilmente os cabelos dela, empurrando sua cabea
   contra o pinto, enterrando-o todo entre os lbios carnudos que o
   devoravam.
   
   -- Vem! Vem! Eu quero! -- pediu ela. -- Quero ser chupada tambm! --
   pediu ela, fora de si.
   
   Enfiou sua chana molhada e perfumada direto na boca dele. James
   agarrou-a, apertando-a contra o rosto, puxando-a totalmente sobre si.
   Sua lngua se enterrou de uma vez na buceta dela, afundando-se nas
   carnes midas e perfumadas, buscando o ponto G para lev-la ao
   delrio.
   
   Ela gemeu de prazer, arqueando todo o corpo, rebolando os quadris,
   esfregando-se nele.
   
   -- Voc  muito gostoso mesmo -- murmurou ela. -- Que pinto gostoso!
   Que teso de corpo!
   
   --  voc quente demais! Muito quente e muito gostosa! -- respondeu
   ele, examinando, com olhos devoradores, a bucetinha delineada, com
   lbios rosados, contrastando com os plos escuros que a rodeavam.
   
   O perfume era perturbador e aguava-lhe o desejo de com-la novamente.
   Afundou a cabea entre as coxas dela. Sua lngua deslizou pra cima e
   para baixo, antes de se deter no delicado grelinho, fazendo-a se
   remexer fora de controle.
   
   Arrepiada e empolgada com aquela carcia ntima, ela voltou a chupar
   sofregamente o caralho em sua boca, mascando-o e mamando-o com prazer.
   
   Suas mos distribuam carcias recprocas e apressadas. Gemidos e
   murmrios escapavam de suas gargantas. A excitao dela aumentava
   vertiginosamente.
   
   James sentia a fome e o desejo da garota. Queria acarici-la por
   inteiro, tocando seus seios, alisando sua bunda, massageando suas
   coxas.
   
   -- No pare! Enfia o dedo! -- pediu ela, alucinada, quando a mo dele
   deslizou ao longo do rego entre suas ndegas.
   
   No a fez esperar. Seu dedo encontrou o orifcio do nus dela.
   Massageou-o, forando a entrada. Ela gemeu mais forte, quando o dedo
   penetrou e ficou acariciando-a por dentro, levando-a  loucura.
   
   -- Pe tudo! L dentro! Eu gosto! -- suplicou ela, estremecendo-se
   toda.
   
   Ele vibrava, sentindo o calor intenso daquele corpo, acariciando-lhe a
   xoxota, o nus ou a boca. Ela chupava, lambia, mascava, esfregava,
   levando-o ao auge da excitao. James se viu  beira do orgasmo. Ela
   continuava, enquanto estremecia continuamente, gozando mais e mais.
   
                                     *
   
   -- Que gostoso estar aqui com voc -- disse a garota, debruando-se
   sobre James.
   
   Ele girou o corpo na cama. Era madrugada e a lua brilhava l fora.
   Antes que desse conta do que se passava, a garota j estava beijando-o
   apaixonadamente. Seu beijo tinha o sabor daquele molho. Ela ainda no
   estava satisfeita e queria mais.
   
   -- Voc vai acabar comigo -- murmurou ele, desvencilhando-se dela e
   indo at o banheiro.
   
   Urinou, depois entrou sob a ducha, tomando um banho morno rpido.
   Retornou ao quarto e parou ao lado da cama. Ficou olhando-a
   provoc-lo. Seus cabelos se espalhavam pelo travesseiro. Os seios
   subiam e desciam apressadamente.
   
   -- Venha! Estou com teso de novo -- confessou ela.
   
   Ele se deitou junto dela. Beijou-a no canto da boca, sentindo seu
   corpo nu colado ao dele. Ela o abraou com fora, apertando-se contra
   ele. Suspirou quando ele enfiou a lngua entre seus lbios e sorveu
   sua saliva adocicada.
   
   -- Voc  gostosa demais, sabia? -- murmurou ele, surpreso.
   
   -- Tanto assim? -- indagou ela.
   
   Ele no respondeu. Suas mos desceram pelas costas dela e foram
   apertar as ndegas com volpia. Ela fez o mesmo, esfregando-se nele,
   sentindo a rigidez de sua pica.
   
   Ela ofegou, excitada. James suspirou e girou o corpo na cama, pondo-se
    disposio dela. A jovem se debruou sobre ele, segurando e
   apertando o membro com volpia e provocao. Comprimiu a glande macia
   entre os dedos, empurrando a mo para baixo, expondo-a totalmente.
   
   James estremeceu de desejo e sentiu sensaes intensas percorrendo seu
   corpo. A garota suspirou, sentindo o fogo brotar em sua chana,
   fazendo-a molhar-se rapidamente.
   
   Ele deslizou a mo at a chana dela, tateando, penetrando, buscando o
   ponto G para massage-lo. O rosto dela ficou ainda mais afogueado. Ela
   continuou brincando com a pica dele, masturbando-o.
   
   -- Que gostoso! -- murmurou ele.
   
   -- E o que  mais gostoso?
   
   -- Tudo  gostoso, quando se  acariciado por essa mozinha de fada,
   quando se tem uma bucetinha tesuda e molhada e um cuzinho como o seu 
   disposio!
   
   Ela riu, cheia de teso e continuou masturbando-o. Sua mo fina e
   sensvel escorregava ao longo do cacete endurecido. James tremia e
   gemia entrecortado a cada movimento em sua vara.
   
   -- Quero chup-la -- pediu ele.
   
   A garota girou o corpo e ofereceu sua buceta para ele. Ele no a
   chupou de imediato. Enfiou o dedo mdio e tocou o ponto mais sensvel.
   Ela gemeu, sentindo tremores abalarem seu corpo.
   
   Seus seios ficaram extremamente sensveis. Ela vibrou, gemendo,
   enquanto o dedo dele realizava prodgios dentro de sua chana. Em
   resposta ela acelerou os movimentos de mo, at que a glande se
   tornasse ainda mais inflada.
   
   Ela ficou, ento, esfregando-o no rosto, estendendo a lngua para
   lamber a pele retesada, subindo devagarinho, buscando novamente a
   glande intumescida. Lambeu-a. Deixou a ponta encaixar-se entre seus
   lbios.
   
   -- Gostoso? -- indagou ela.
   
   -- Sim, uma delcia -- respondeu ele, enterrando a lngua na chana
   dela.
   
   O corpo dela arqueou-se como se ela tivesse levado um choque violento.
   Ela respirou fundo e estremeceu, sentindo a lngua dele mover-se
   atrevida e experiente, dentro de seu ponto mais sensvel.
   
   Em resposta ela abaixou a cabea e deixou o pinto dele deslizar para
   dentro de sua boca. A lngua alisou-o. Ela mamou e mascou aquela coisa
   grossa e quente entre seus lbios.
   
   -- Oh, que boca! Mame! Assim! Posso gozar em sua boca!
   
   James gemeu de prazer. Seu hlito varreu a buceta da garota, quente e
   provocante, arrepiando-a intensamente. Toda a pele dela arrepiou-se.
   Ele beijou toda a vulva dela, detendo-se, finalmente, no seu grelinho
   ereto.
   
   Prendeu-se entre os dentes, movendo-se de um lado para outro, enquanto
   friccionava sua lngua nele. Ela ofegou e gozou, arqueando o corpo de
   tanto prazer, sugando o membro dele com avidez.
   
   James enfiou sua lngua l dentro de novo, provando o sabor adocicado
   e intenso, embriagando-se em seu perfume de fmea, tocando aquele
   ponto mgico que provocava um orgasmo vaginal intenso no corpo da
   garota.
   
   -- Oh, James! Que lngua e que caralho!
   
   -- Quer mais? -- indagou ele, molhando o dedo indicador e pondo-o na
   bunda da garota, deslizando  procura das pregas de seu cu.
   
   -- Oh, voc pensa em tudo -- gemeu ela, com a voz entrecortada.
   
   Ele pressionou o dedo lambuzado de saliva no buraquinho dela. A garota
   rebolou, relaxando os msculos. O dedo penetrou e ficou se movendo,
   numa massagem interna alucinante.
   
   James coordenou seus movimentos. Uma das mos acariciava os peitinhos
   dela. A outra estava entre as ndegas. Sua lngua fodia a chana,
   enquanto sua pica fodia a boca tentadora.
   
   -- Eu estou gozando por todos os buracos -- confessou ela.
   
   -- Ento continue a gozar! -- disse ele, girando o corpo com ela e
   dominando-a.
   
   Recuou, afastou as duas pernas dela e, vestiu uma camisinha e guiou
   seu membro at a porta daquela grutinha lubrificada e perfumada.
   Pressionou ligeiramente.
   
   -- Agora voc vai gozar gostoso! -- disse ele, empurrando.
   
   -- Quero sent-lo! Assim! Vem! -- murmurou ela, com a respirao
   entrecortada.
   
   Ele a atendeu. Sua glande alargou a delicada bucetinha e deslizou
   pelas dobras lubrificadas, comprimindo-se, para depois avanar
   lentamente.
   
   -- Oh, querido, fique assim! -- pediu ela, quando ele se enterrou todo
   dentro dela.
   
   James ficou imvel sobre ela, beijando-a, enfiando sua lngua na boca
   voraz da garota, que ficou contraindo ritmadamente os msculos de sua
   xoxota, proporcionando um gozo adicional quela penetrao.
   
   -- Vou gozar -- disse ele.
   
   -- Ento goze e me faa gozar, querido! -- respondeu ela.
   
   Continuou a contrair a chana daquela forma, enquanto James iniciava
   seus vigorosos movimentos de macho, sentindo seu corpo estremecer
   seguidamente.
   
   Os tremores foram aumentando de intensidade. Um calor intenso brotou
   em seu ventre, concentrando-se em seu pnis, que inchou ainda mais.
   
   Ele acelerou seus movimentos. A jovem estava transfigurada de tanto
   teso.
   
   -- Estou gozando! -- gemeu ela, totalmente alucinada.
   
   Ele enrijeceu o corpo, percorrido por espasmos. Sua respirao
   interrompeu-se, depois ele gemeu convulsamente, sentindo o esperma
   jorrar dentro da camisinha, em jatos ritmados.
   
   Ela continuou mexendo os quadris, fazendo o cacete roar fortemente
   seu clitris. Ainda gemendo de prazer, James continuou golpeando o
   corpo dela com estocadas viris e profundas, beijando-a e acariciando
   suas tetinhas.
   
   Suspirado e gemendo, ela chegou ao clmax, agarrando-se a ele com
   frenesi, beijando-o, arranhando-o o mordendo-o. Eles rolaram na cama,
   at que ela ficou sentada na pica dele, rebolando os quadris e
   retirando daquele pinto ainda duro um resto de prazer.
   
   -- Eu quase me acabei de tanto gozar -- disse ele, estremecendo
   continuamente.
   
   Ela continuou movendo o corpo, subindo e descendo. No parava.
   Continuava inquieta, ardendo de teso, pois o fogo que a droga
   acendera nela no se apagava to facilmente.
   
   --  muito teso -- murmurou ela, enquanto continuava movendo os
   quadris para cima e para baixo, com as mos alisando o ventre e o
   peito dele.
   
   James estremecia e apertava os seios dela, que continuou naqueles
   movimentos por um longo tempo, depois foi aumentando o ritmo.
   
   A pica dele se mantinha em p, deslizando com facilidade na buceta
   lubrificada.
   
   -- Quero gozar mais -- falou ela.
   
   -- Goze tudo que quiser, querida?
   
   -- Quero na bunda tambm -- disse ela, com a voz trmula de teso,
   guiando o caralho para o meio das ndegas. -- Quero tomar no cu agora?
   -- acrescentou ela, com a voz rouca de desejo.
   
   James substituiu a camisinha, virou-a de bruos e a segurou pelos
   quadris, fazendo-a erguer a bunda. Posicionou o cacete entre as
   ndegas dela. Puxou-a ao encontro de seu membro lenta e firmemente. A
   garota foi relaxando o esfncter e facilitando-lhe o trabalho.
   
   James sentiu as preguinhas se dilatando e a glande se comprimindo toda
   para encontrar o caminho e avanar. Ela gingava as ndegas de um lado
   para outro, movendo o tronco, enquanto fazia o membro invadir seu
   buraco apertado e ardente.
   
   A cabea entrou, depois o resto do membro foi deslizando para dentro
   dela. Continuou rebolando. James sentia um teso enorme, com o pnis
   sendo sugado para dentro daquele cu faminto.
   
   -- Est gostando? -- indagou ela.
   
   -- Oh, sim!  uma loucura!
   
   -- Pe tudo dentro de mim! -- falou ela, movendo os quadris, at que a
   pica dele estivesse toda enterrada em seu nus.
   
   --  demais! -- ofegou ele, sentindo a pica inteirinha dentro dela.
   
   Suas mos avanaram pelo corpo da garota, indo bolinar suas tetinhas
   durinhas e empinadas. Ela continuou rebolando. Ele foi aumentando aos
   poucos o ritmo.
   
   -- Sinta meu cuzinho! Sinta como ele  gostoso! -- sussurrou ela, a
   voz entrecortada de gozo.
   
   Ele se arrepiou todo, coordenando seus movimentos aos dela, entrando e
   saindo do cuzinho apertado, esfregando, sentindo seu ventre entrar em
   ebulio.
   
   Ela gemeu, suspirando, acelerando ainda mais os movimentos. James
   jamais vira uma garota incendiar-se tanto com uma rola no meio da
   bunda.
   
   Ela gemia, enquanto o corpo mantinha aquele balano ertico e
   alucinante. Gemidos e murmrios escapavam de suas gargantas. A
   excitao dela aumentava vertiginosamente. James sentia a fome e o
   desejo daquela garota contagiando-o. Queria acarici-la por inteiro,
   tocando seus peitos, alisando sua pele, massageando suas coxas.
   
   -- Sim! Isso! No pare! Enfie com fora -- pediu ela, alucinada.
   
   Ele jogava seu quadril contra a bunda dela, enfiando profundamente seu
   caralho no orifcio delicioso. A garota gemeu mais forte, com aquele
   caralho acariciando-a por dentro, enchendo-a de calor e levando-a 
   loucura.
   
   -- Ah, eu estou gozando! Estou gozando! No paro de gozar! -- ficou
   repetindo ela, enquanto todo o seu corpo se arrepiava continuamente,
   abalando-se em espasmos de puro prazer.
   
   Ele acelerou ainda mais seus movimentos, sentindo prximo o prprio
   orgasmo. Ela se acabava sob ele. No auge do prazer, James gemeu
   profundamente, entrecortadamente, depois esporreou generosamente,
   quase estourando a camisinha, de tanto esperma.
   
   -- Que homem! -- exclamou ela, com o corpo estendido, como se
   estivesse espreguiando, aproveitando ainda as ltimas contraes de
   prazer que abalavam seu corpo.
   
   -- Voc foi surpreendente -- disse ele, ainda movendo os quadris,
   fazendo seu caralho entrar e sair lentamente de dentro dela, gozando
   os ltimos espasmos que faziam seu corpo arrepiar-se de teso.
   
   -- No se encontra um homem como voc por aqui, que sabe como tratar
   uma garota! -- disse ela, respirando fundo.
   
   -- Aproveite, ento. Pretendo ficar algum tempo.
   
   -- Conto com isso, querido -- murmurou ela, tombando para o lado,
   ainda ofegando.
   
   Ficou estendida, olhando para ele com uma expresso de satisfao e
   alegria no rosto feliz.
   
   James se debruou sobre ela, acariciando seu corpo jovem, suas formas
   rijas e bem delineadas. Ela fechou os olhos e ficou apenas sentindo o
   toque sutil e suave daquelas mos.
   
   
   
                                      
                                      
                                      
                                      
                                      
                                      
                                      
                                 Captulo 7
   
                                      
                                      
                                      
   Amanheceu um novo dia. James estava sozinho no quarto. Num canto, o
   carrinho com o caf da manh. Levantou-se e foi at o banheiro. Estava
   sentado no vaso sanitrio, quando Vanessa entrou e caminhou at ele.
   
   -- Como se sente hoje? -- indagou ela.
   
   -- Satisfeito. E voc, no quer alguma coisa de mim?
   
   -- Adivinhou! Estou louca de vontade de chupar seu cacete.
   
   Vanessa comeou a erguer lentamente o vestido. Estava sem calcinha.
   Aproximou-se dele, instalando-se entre seus joelhos. Ele hesitou,
   olhando aquele rosto cheio de malcia e provocao.
   
   Ela afastou um pouco mais as pernas e o perfume de sua chana chegou
   at ele, espicaando-o.
   
   -- Vanessa, voc  mesmo uma puta de classe! -- falou ele, abraando-a
   pelas coxas, apertando sua bunda e trazendo para junto de seu rosto a
   regio peluda e perfumada.
   
   Ele a chupou de imediato, enfiando a lngua na buceta dela. Vanessa
   sentiu-a resvalar pelos lbios vaginais, depois enterrar-se
   profundamente, buscando seu ponto G.
   
   Ela gemeu, sentindo tremores no corpo. Seus seios ficaram sensveis e
   os biquinhos, duros e enrugados. Ela vibrou, gemendo de novo, enquanto
   a lngua dele continuava aquela massagem especial, roando seu ponto
   G.
   
   Ela se inclinou tocou o caralho dele. Segurou e brindou-o com
   movimentos de mo, at que a glande se tornasse inflada. Ele esfregava
   com gosto o rosto nos plos fartos, estendendo a lngua para lamber a
   pele perfumada.
   
   Ela estremecia de gozo. Seus joelhos fraquejavam. Ela foi se
   ajoelhando lentamente diante dele. Segurou, ento, o cacete entre seus
   dedos delicados. Inclinou a cabea. Estendeu a lngua e lambeu-a.
   
   James a empurrou para trs, despindo-a rapidamente e fazendo-a se
   deitar no tapete emborrachado do banheiro. Montou nela, fazendo um
   sessenta e nove, enterrando sua lngua na chana dela.
   
   O corpo de Vanessa estremeceu, sentindo a lngua dele mover-se
   atrevida e experiente, dentro de seu ponto mais sensvel. Ele apertava
   suas ndegas, deslizando os dedos sobre a pele suave e aveludada,
   percorrendo o reguinho tentador, passando sobre o estreito buraquinho
   de seu cu.
   
   Ansiosa, ela buscou, com os lbios ansiosos, o caralho intumescido. A
   lngua dele continuava dentro dela, fazendo-a arfar e tremer
   continuamente.
   
   Ela deixou o caralho dele enterrar-se em sua boca. A lngua alisou-o.
   Ela mamou e mascou aquela coisa grossa e quente entre seus lbios.
   
   -- Oh, Vanessa! Que boca!
   
   Ele a deixou sugar, retribuindo com lambidas em sua xoxota, at que
   ambos estivessem em brasas. Ele se levantou, ento, levando-a para a
   cama. Vestiu uma camisinha e se deitou na cama, convidando-a a se
   sentar sobre ele.
   
   Ela fez o que ele pedia e James guiou seu caralho direto ao nus dela.
   Ao sent-lo, ela rebolou. Ele esfregou o pau. Ela gostou e ficou
   brincando de esfregar a bunda naquele mastro quente e duro.
   
   -- Ah, vem, pe seu caralho no meu rabo agora! -- murmurou ela,
   abaixando a bunda sobre o caralho.
   
   A glande foi se amoldando ao formato do orifcio dela e entrando. Ela
   suspirou, quando a cabea do pau entrou toda em seu rabo. Ficou
   imvel, ento, respirando forte, sentindo o teso.
   
   -- Est bom? -- indagou ele.
   
   -- Estou me sentindo enlouquecida de teso -- sussurrou ela, soltando
   o peso do corpo sobre ele.
   
   -- Que teso de rabo voc tem, querida -- murmurou, enlaando-a pela
   cintura, subindo uma das mos para massagear seus seios e descendo a
   outra em busca de seu clitris para masturb-la.
   
   -- Que gostoso!  demais -- confessou ela, soltando o corpo.
   
   A pica foi se enterrando lentamente em seu cu apertado e ardente.
   
   --  bom! -- murmurou ela, com a voz entrecortada.
   
   -- Fique quieta s um pouquinho agora -- pediu ele, beijando seu
   pescoo, alisando seus seios e massageando seu clitris, antes de
   buscar de novo o ponto G para um toque sutil e perturbador.
   
   Vanessa contraiu o esfncter, apertando ainda mais o pau enterrado em
   seu cu. Gemeu e suspirou, depois comeou a rebolar. O membro
   esfregava-se em suas pregas.
   
   O calor era intenso, envolvente, alucinante. Ela dobrou o corpo para
   frente e comeou a subir e a descer os quadris, fazendo o pau entrar e
   sair de sua bunda.
   
   O membro se enterrava todo, at seus plos colarem-no na bunda dela.
   Vanessa gemia e rebolava. Ele golpeava virilmente, atacando seu cu com
   golpes alucinantes.
   
   -- Mais! Quero tudo! Com fora! Assim! -- exclamava ela, com a voz
   entrecortada a cada nova estocada.
   
   Comeou a estremecer, em espasmos convulsos. Seus gemidos eram
   sufocados, mas intensos e seu desejo era gritar todo o seu prazer. Ela
   remexia a bunda, enquanto ele a fodia com gosto. Ela gozava mais e
   mais, arrepiando-se toda.
   
   Ele vibrava tambm. Nunca havia sentido seu caralho to duro e to
   inflado como dentro daquele cu.
   
   -- Continue! No pare! Estou gozando -- murmurou ela, movendo-se de um
   lado para outro, rebolando, jogando os quadris contra os dele.
   
   -- Ah, que teso! Que gostoso  o seu rabo! Que teso de cu voc tem!
   
   -- Ento me foda! Foda meu rabo!
   
   -- Se  isso que quer, vai ter -- prometeu ele, acariciando
   freneticamente os seios dela, beijando e mordendo sua nuca e seus
   ombros.
   
   Uma das mos se mantinha junto ao clitris dela, esfregando. A garota
   acariciava o prprio corpo. Punha suas mos sobre as dele e imprimia
   mais vigor s carcias, enquanto gemia e suspirava, completamente
   alucinada pelo prazer.
   
   -- Vou gozar! Vou gozar no seu rabo! -- avisou ele, acelerando ainda
   mais seus movimentos.
   
   -- Oh, sim! Goze! Goze, que eu j estou gozando h muito tempo! Estou
   me derretendo! -- repetia ela.
   
   Ela se desfazia em gozo. Ele amassava seus seios com frenesi e
   volpia, sentindo seu ventre arder em fogo. Ela estava entregue,
   quando ele deu as ltimas estocadas e, gemendo profundamente, fez uma
   torrente de esperma quase arrebentar a camisinha e inundar o nus
   dela.
   
   Ambos gozaram interminavelmente. Ele a abraou e beijou-a longa e
   apaixonadamente. Ela sorriu deliciada, ainda sentindo o pnis dele
   latejar dentro de seu corpo.
   
   Ela ergueu o corpo e permaneceu sentada nas coxas dele, alisando-lhe o
   ventre e o peito. James levantou as mos e acariciou o ventre dela,
   depois os seios rijos e empinados.
   
   --  um homem gostoso, James -- murmurou ela. -- Estou feliz por para
   estar aqui conosco.
   
   Ela ergueu um pouco os quadris, deixando o pnis dele escapar de seu
   nus. Retirou-lhe a camisinha. Depois, aps um instante de hesitao,
   roou-o em sua buceta.
   
   Uma sensao nova e intensa, subiu pelo seu corpo ao sentir aquela
   coisa quente passar por cima de seu bucetinha, sem a camisinha.
   
   -- Que teso isso me d! -- exclamou ela, estremecendo e sorrindo.
   
   Comeou a rebolar o corpo, esfregando sua vulva na pica dele. James
   acariciou seus seios, estremecendo de teso, sentindo o calor e a
   lubrificao daquela xoxota deliciosa contra a glande de seu pnis.
   
   -- Pretende ficar mais tempo?  bom que saiba que tenho perto de vinte
   garotas nesta casa e todas elas esto ansiosas para trepar com voc.
   Voc fez sucesso aqui.
   
   Foram para a cama. Vanessa se deitou. James apanhou um pote de gelia
   de amora e, com extrema volpia e provocao, passou-o ao redor dos
   bicos dos seios dela, espalhou um pouco em seu ventre, depois untou a
   xoxota dela.
   
   -- Vejamos o sabor disto aqui -- falou ele, beijando-a, depois
   deslizando os lbios at seus seios.
   
   Lambeu devagarinho o molho ao redor dos seios, fazendo os biquinhos se
   arrepiaram continuamente.
   
   -- Oh, isso  muito bom! -- murmurou Vanessa.
   
   A lngua dele desceu at o ventre, lambendo provocantemente a gelia.
   Vanessa comeou a se remexer na cama.  medida em que ia provando a
   gelia, James sentia a reao quase que imediata, aguando seu apetite
   e aumentando seu teso.
   
   Desceu ainda mais, chegando  vulva dela. O perfume da chana molhada
   misturava-se ao da gelia, formando uma curiosa combinao. Estendeu a
   lngua, lambendo a xoxota.
   
   -- Oh, isso  melhor ainda! -- confessou Vanessa, arqueando o corpo,
   cheia de teso.
   
   James lambeu de baixo para cima, de cima para baixo, depois enfiou a
   lngua, buscando o sensvel ponto G da garota, que gozou quase que
   imediatamente.
   
   -- Acho que posso improvisar tambm -- falou ela, erguendo o tronco,
   segurando James pelos ombros e fazendo-o se deitar ao lado dela.
   
   Apanhou a gelia e untou o caralho dele, duro e ereto.
   
   -- Vamos ver se isso influi no sabor -- falou ela, ajoelhando-se entre
   as coxas dele.
   
   Segurou a base do caralho dele com as duas mos, apertou com fora,
   depois inclinou a cabea. Lambeu a gelia que deslizava pela pele
   retesada.
   
   -- Tem razo, isso  bom demais -- reconheceu ele.
   
   Ela continuou, agora abrindo os lbios e deixando o caralho deslizar
   sobre sua lngua, avanando boca a dentro. Quando o teve dentro de si,
   fechou os lbios e recuou, retirando da pele todo a gelia acumulado.
   
   -- Isso foi sensacional -- reconheceu ele, fazendo-a se deitar e virar
   de bruo.
   
   Pegou a gelia e despejou ao longo da espinha dela, da nuca at o
   reguinho das ndegas. Ela estava todinha arrepiada. O teso aumentava
   violentamente. James sentia seu caralho latejar, de tanto desejo e de
   tanta paixo.
   
   Comeou a lamber a nuca de Vanessa, que se remexia inquietamente. Foi
   descendo, at chegar as ndegas. Enfiou a lngua, lambendo o reguinho
   besuntado de gelia.
   
   -- Essa  novidade! -- reconheceu Vanessa.
   
   -- Vejamos isso, ento -- props ele, fazendo-a arrebitar a bunda e
   despejando a gelia sobre o nus da garota.
   
   Quando estendeu a lngua e lambeu, Vanessa foi  loucura. Girou o
   corpo e agarrou-o, beijando-o e sugando sua lngua com ansiedade e uma
   fome de sexo que o entonteceu.
   
   Por seu turno, James jamais sentira seu corpo reagir to intensamente
   a uma provocao, como naquele momento. Vanessa estava em ponto de
   bala, com tanto teso que seus movimentos eram febris e ela gozava ao
   menor toque da mo dele.
   
   -- Sabe no que estou pensando agora -- falou ele, ansioso.
   
   -- Em que?
   
   -- Naquelas vinte mulheres de que me falou...
   
   -- Se puder com elas -- falou Vanessa, com ar de desafio.
   
   -- Uma de cada vez, Vanessa, e voc como sobremesa -- falou ele,
   beijando-a alucinadamente.
   
   -- Quero tudo! -- pediu ela, com o corpo todo entrando em convulso,
   puxando-o para cima de si. -- Chupe meu grelinho, por favor, querido!
   -- suplicou ela.
   
   -- Com todo prazer, querida -- respondeu ele, entrando pelo meio das
   coxas dela.
   
   Concentrou-se no clitris dela. Gemidos profundos e roucos escapavam
   dos lbios entreabertos da garota, que estremecia continuamente.
   Depois, resolutamente, sua lngua penetrou a xoxota em fogo, indo
   buscar o ponto G para uma carcia devastadora.
   
   -- Oh, como  bom! Como voc  gostoso! No pare! Mais! Tudo! O dedo!
   A lngua! Chupe! Assim! Oh, que delcia! -- gemia ela, enquanto ele se
   esmerava nas carcias que a punham fora de si, chupando, beijando,
   lambendo, massageando e fodendo.
   
   Tremores e suspiros mais fortes anunciaram o gozo no corpo dela.
   Gritinhos escaparam de sua garganta.
   
   -- Goze! Goze bastante, querida! Goze no meu cacete, na minha lngua e
   no meu dedo! -- murmurou ele, controlando-se ao mximo.
   
   -- Oh, como voc  gostoso! Que teso!
   
   -- Voc  quente demais! -- murmurou ele, lambendo com afinco o
   grelinho em brasa.
   
   -- No pare! Estou gozando! Gozando sem parar! -- disse ela,
   agitando-se toda.
   
   Depois, gradativamente, foi relaxando o corpo. James se sentiu tonto e
    beira da exploso, louco para enfiar seu caralho nela e gozar de
   novo.
   
   -- Deixe-me fod-la! -- pediu ele.
   
   -- Sim, vamos trepar de verdade!
   
   Ela se moveu sobre ele de novo, enlaando seu cacete. Ficou
   apertando-o entre as mos, provocando-o, fazendo-o tremer de tanto
   teso.
   
   -- Voc est me torturando -- confessou ele, trmulo de tanto teso.
   
   Ela lambeu suavemente toda a extenso do membro dele. Deteve-se na
   glande exposta, quase arroxeada de tantas mordidas e chupes.
   Vestiu-lhe uma nova camisinha e beijou-o.
   
   -- Sou sua! Venha trepar comigo! -- pediu ela, oferecendo-lhe o corpo
   escultural.

